Com o aumento no número de vítimas de feminicídio, a Defensoria Pública do Rio Grande do Sul (DPE/RS) vem buscando atuar também junto àqueles que ficam e sofrem pela violência. Nessa quarta-feira, 22, para o acolhimento de crianças e adolescentes que ficam órfãos, um termo de cooperação foi assinado com o Instituto Contemporâneo para o atendimento psicoterapêutico das vítimas indiretas de feminicídio.
A cooperação acontece dentro do projeto “Vidas que Ficam”, lançado em novembro de 2025. Nessa etapa, busca que os órfãos e seus cuidadores possam ter acolhimento especializado durante atendimentos com psicólogos e psiquiatras que trabalham no Instituto Contemporâneo.
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A psicóloga Elizabeth Mazeron Machado ressaltou a relevância do projeto. “Acreditamos que essa parceria é de suma importância para darmos uma contribuição social no atendimento de crianças, adolescentes e famílias vítimas de ações violentas contra mulheres e feminicídios.”
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