No último treino antes do amistoso contra os Estados Unidos, a Seleção Brasileira ficou longe dos olhos da imprensa nesta segunda-feira, 7. A atividade tática comandada por Dunga no Gillete Stadium foi em grande parte realizada de portões fechados, não dando nenhuma pista sobre o time canarinho que joga o amistoso desta terça, 8. A expectativa é que boa parte dos atletas que não participaram do amistoso contra a Costa Rica ganham alguns minutos, mas não se sabe quantos.
Neymar deve ser mantido no banco de reservas. Mas Lucas tem boas chances de ser titular, visto que jogou pouco quando teve a primeira chance com Dunga no sábado. O próprio treinador alimenta as especulações sobre mudanças no time canarinho. “Minha ideia é fixa: temos que observar alguns jogadores que não tiveram oportunidade. Mas também temos que conseguir o que somos cobrados a todo momento”, pondera, em contraponto que repetiu durante toda a entrevista coletiva concedida nesta segunda.
A primeira das dúvidas sobre a escalação que pega os Estados Unidos está no gol. Pode ser que Dunga nem use Jefferson por já ter plena confiança no titular, e assim daria oportunidade para Alisson estrear pela Seleção Brasileira. Mesmo contexto vale para a lateral esquerda, ainda que a inexperiência de Douglas Santos pese contra sua titularidade no lugar de Marcelo.
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Os zagueiros Gabriel Paulista e o lateral esquerdo Fabinho completam a lista dos defensores que não tiveram chance contra a Costa Rica. Ainda assim, é improvável que Dunga opte por descaracterizar completamente a retaguarda canarinho e as mudanças devem ser pontuais. Toda o mistério em torno da formação tem em vista o amistoso com os Estados Unidos, marcado para as 21h40 (de Brasília) desta terça-feira. O teste é o último do selecionado de Dunga antes da estreia nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018.
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