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Uber dá desconto e diz que usuário tem direito de escolher como se movimentar

Como resposta à manifestação dos taxistas nesta sexta-feira, 1º, no Rio de Janeiro, o Uber divulgou nota oficial defendendo o direitos dos usuários de escolher seu meio de transporte. De acordo com o Uber, que administra o aplicativo usado por motoristas privados para oferecer transporte às pessoas por meio de celular, os motoristas parceiros também têm que ter preservados seus direitos constitucionais de trabalhar.

O Uber está oferecendo descontos de R$ 20 em vários trechos até as 18h de hoje. Taxistas estão fazendo carreatas, em velocidade reduzida, em vários pontos da cidade, para protestar contra o aplicativo. Em alguns desses locais, como a Ponte Rio-Niterói, a Avenida Francisco Bicalho (na zona portuária) e a Linha Amarela (na zona norte da cidade), há engarrafamento.

Para cruzar a ponte no sentido Rio, neste momento, por exemplo, os motoristas estão demorando quase uma hora e meia, em um trajeto que leva entre dez e 20 minutos. Os taxistas dizem que querem a proibição do Uber.

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Protesto de taxistas contra o Uber provoca engarrafamentos no Rio

Taxistas fazem hoje manifestações, em vários pontos da cidade do Rio de Janeiro, contra o aplicativo Uber. Os motoristas de táxi estão andando em velocidade reduzida, prejudicando o trânsito nesses locais.

Segundo o Centro de Operações da prefeitura do Rio, o trânsito está engarrafado em pontos como a Avenida Francisco Bicalho, sentido centro, na Linha Amarela, sentido Fundão, na Avenida Atlântica, sentido Leme, e na Avenida General Justo, próximo ao aeroporto Santos Dumont.

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A Ponte Rio-Niterói também está com retenções, devido ao deslocamento de taxistas da Grande Niterói para o Rio de Janeiro. O tempo de travessia, que normalmente leva entre dez e 20 minutos, está demorando quase uma hora. Na Ilha do Governador, também há engarrafamento na Estrada do Galeão.

“Estamos andando numa velocidade de 5 a 10 quilômetros por hora. O objetivo do nosso protesto é combater a pirataria e o nosso alvo principal é o Uber”, disse o taxista André Luís Silva, que participa do protesto em Copacabana.

Os taxistas são contrários ao Uber, aplicativo que permite o transporte privado de passageiros. Pelo celular, o passageiro pede um carro e paga a viagem com cartão de crédito, através do aplicativo, por um preço mais baixo do que o cobrado pelos taxistas.

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