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Uma viagem para onde você quiser ir

Entre romances e ação, realidade ou ficção, a Feira do Livro de Santa Cruz é uma viagem para onde você quiser ir. Um mundo que gira no entorno do chafariz da Praça Getúlio Vargas, e que se inicia na réplica da máquina de escrever de Erico Verissimo, transformada em arquibancada. Escolha a letra e sente-se.

O evento tem uma atmosfera singular. Existe harmonia entre a natureza exuberante e a cultura. Com ela, a convergência de gerações. Muitos jovens, adultos e idosos circulavam pelas bancas nessa sexta-feira, 1º, correndo os olhos por títulos disponíveis, de Dom Casmurro, de Machado de Assis, a coleções de Assassin’s Creed, sucesso entre os mais novos. Ou então se percebe a convivência amigável de um histórico “gibi” com os novíssimos “Bobbie Goods”.

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Em tempos de polarização, a feira é um ambiente silenciosamente democrático. Sem maiores manifestações, percebi publicações católicas, evangélicas, umbandistas e kardecistas dividindo o mesmo espaço. Assim como é possível promover encontros improváveis – alguns impossíveis – como Mário Sérgio Cortella e Stephen King, ou ainda com Agatha Christie (falecida em 1976).

Entre as 19 tendas instaladas, uma delas chama a atenção. O padrão é outro e o motivo é nobre: construída com material reciclável. Vale a pena passar por lá. Aliás, toda a feira é uma ode ao conhecimento. Viaje e aproveite!

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Carina Weber

Carina Hörbe Weber, de 37 anos, é natural de Cachoeira do Sul. É formada em Jornalismo pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e mestre em Desenvolvimento Regional pela mesma instituição. Iniciou carreira profissional em Cachoeira do Sul com experiência em assessoria de comunicação em um clube da cidade e na produção e apresentação de programas em emissora de rádio local, durante a graduação. Após formada, se dedicou à Academia por dois anos em curso de Mestrado como bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Teve a oportunidade de exercitar a docência em estágio proporcionado pelo curso. Após a conclusão do Mestrado retornou ao mercado de trabalho. Por dez anos atuou como assessora de comunicação em uma organização sindical. No ofício desempenhou várias funções, dentre elas: produção de textos, apresentação e produção de programa de rádio, produção de textos e alimentação de conteúdo de site institucional, protocolos e comunicação interna. Há dois anos trabalha como repórter multimídia na Gazeta Grupo de Comunicações, tendo a oportunidade de produzir e apresentar programa em vídeo diário.

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