Preço médio nos postos do município estava em R$ 6,38 nessa terça-feira. Orientação aos consumidores é pesquisar | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A virada de ano trouxe um peso extra para o bolso dos motoristas de Santa Cruz do Sul. O aumento da alíquota fixa do ICMS, em vigor desde 1º de janeiro, já se reflete nas bombas: o preço médio da gasolina comum subiu 1,11% em apenas duas semanas, passando de R$ 6,31 no fim de dezembro para R$ 6,38 nessa terça-feira, 13.
O movimento é uma resposta direta à nova tributação aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que elevou o imposto da gasolina em R$ 0,10 por litro nas refinarias. No cenário local, o levantamento do Procon revela que a pressão inflacionária é generalizada, atingindo também a gasolina aditivada (R$ 6,58) e o diesel S-10 (R$ 6,31), ambos com altas superiores a 0,60% no período.
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Esse é o segundo reajuste da alíquota fixa em menos de um ano, consolidando o modelo de cobrança por valor fixo por litro, e não mais por percentual. Embora o repasse nas bombas de Santa Cruz do Sul ainda não tenha atingido a totalidade dos R$ 0,10 de aumento tributário da gasolina, a tendência é de consolidação desses valores nas próximas semanas, dado o impacto do combustível em toda a cadeia logística.
Apesar da alta média, o levantamento aponta uma disparidade acentuada entre os postos da cidade, o que abre margem para o consumidor mitigar o impacto. A diferença entre o maior (R$ 6,49) e o menor preço (R$ 5,49) da gasolina comum chega a R$ 1,00 por litro. Em um tanque de 50 litros, a escolha do posto pode render uma economia de R$ 50,00.
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O óleo diesel comum subiu 0,32%, mas a variação entre estabelecimentos permite poupar R$ 27,00 por abastecimento completo (50 litros). Curiosamente, o gás de cozinha (GLP) foi na contramão da tendência de alta imediata. Apesar da previsão de impacto de R$ 1,05 por botijão devido ao ICMS, o preço médio em Santa Cruz caiu 0,5%, situando-se em R$ 114,38.
A atualização tributária, que busca alinhar as alíquotas aos preços praticados no varejo nacional no ano anterior, coloca Santa Cruz do Sul em um patamar de vigilância. Para o consumidor, a ordem é pesquisar: a diferença de preços no município hoje é maior do que o próprio aumento do imposto.
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