O primeiro final de semana de junho, que é também o último antes do início da Copa do Mundo de futebol, na próxima quinta-feira, 11, espetáculo que magnetiza o planeta, traz atrações imperdíveis em realidade gaúcha. A Feira da Produção, em Vera Cruz, é um convite irrecusável para que as famílias desfrutem de uma programação variada e de tudo aquilo que o município vizinho e coirmão de Santa Cruz do Sul oferece ao Brasil e ao mundo.
Seu ritmo de crescimento e de desenvolvimento é capaz de impressionar os mais tarimbados gestores em todas as regiões brasileiras. A rapidez com que novos empreendimentos, dos mais variados portes, surgem na paisagem, em especial ao longo da RSC-287, sinaliza para contexto socioeconômico que, em questão de poucos anos, posicionará Vera Cruz entre os mais pujantes e competitivos municípios do Rio Grande do Sul. Por isso, a Feira da Produção é uma oportunidade valiosa para que todos, os de perto e os de longe, visitem a cidade e descubram algumas das razões para esse sucesso, que é realidade, e não apenas promessa.
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Por sinal, esse panorama social, cultural, econômico e de qualidade de vida poderá ser apreciado em uma publicação especial e exclusiva que passará a circular nas próximas semanas. É a Revista Vera Cruz, parceria entre o Município e a Gazeta, esta responsável pela elaboração dos conteúdos, já em finalização. Com textos em português e inglês, e acervo fotográfico que apresentará ao leitor, o de dentro e o de fora do Brasil, o ambiente acolhedor e diferenciado dos setores produtivos, industriais, comerciais e de serviços de todas as localidades, a revista tende a ser uma referência para os dias atuais e também para o futuro, permitindo dimensionar os méritos e os feitos da comunidade nessa segunda década do século 21.
Se os dias são de festa, também são de reflexão. Nessa sexta-feira, 5, transcorreu o Dia Mundial do Meio Ambiente. E se há algo que deva nos ocupar, com alento e, em grande medida, com muito desalento, é o mundo em que vivemos. O aquecimento global e o desmantelamento de recursos naturais (eufemismo que inventamos para chamar de “recurso” todas as outras formas de vida, que agredimos) apontam para um caminho que parece quase sem volta: o risco de desaparecimento de nossa própria espécie.
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Ocorre que não existe um meio ambiente que habitemos como se fôssemos senhores e donos dele, como mais um produto na gôndola de um hipotético hipermercado: NÓS somos meio ambiente. E nos degradamos junto. Na prática, no conjunto do que existe, somos apenas mais uma matéria-prima, mais um recurso, em meio aos demais seres (macro e micro), e deveríamos nos despir de arrogância e prepotência para zelar por um mundo com plena harmonia e segurança.
Em tempos nos quais tudo é artificial (conseguimos a façanha de terceirizar até a inteligência, depois de ter terceirizado a ética, a moral e o caráter), talvez o mais artificial de tudo o que existe, como um plastificado completamente desconectado da vida, seja o ser humano. Por isso, ao celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, como se pudesse haver apenas uma data para cuidar de nossa casa, precisamos lembrar que não haverá nenhuma possibilidade de apartarmos a realidade de nossa vida. Ela sempre voltará, nem que seja em forma de água inundando a sala de madrugada, ou de lodo descendo a encosta enquanto sonhamos com Marte.
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