Quando o brasileiro Daniel Rampini, 29 anos, chegou ao trabalho na manhã de segunda, 15, (noite de domingo em Brasília) viu policiais com armas em punho na Martin Place, no distrito comercial de Sydney. Rampini passou em frente ao Lindt Chocolate Cafe, onde um número desconhecido de pessoas é mantido refém em um suposto ato terrorista. “Eu passei por ali bem na hora que os policiais estavam chegando. Eram 9h50”, disse à reportagem.
Apesar de a cidade estar vazia, Rampini diz que a recomendação do governo é ter vida normal. “A cidade está tranquila, não há um clima de tensão.Nas principais ruas comerciais, algumas lojas estão fechadas. Mas o metrô funciona normalmente”, disse.
Rampini, que trabalha em um restaurante a um quarteirão do café, ficou preso no prédio até que foi orientado pelos seguranças a deixar o local, sem poder retornar. O brasileiro passou o dia fotografando o local, mas as ruas mais próximas ao café Lindt foram bloqueadas pela polícia. Uma bandeira símbolo da jihad foi exibida na janela do café. Segundo a mídia local, o sequestrador pede uma bandeira do Estado Islâmico.
Cinco reféns conseguiram sair do café.
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