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Barulho na área central de Santa Cruz volta a gerar reclamações da população

Empresário que tem estabelecimento na Rua Marechal Floriano, e que reside próximo, fez contato com a Redação da Gazeta do Sul para enfatizar que, em seu entender, a área central de Santa Cruz do Sul definitivamente se transformou numa terra sem lei. E que, mesmo que alguém apele para intervenção de organismos responsáveis por coibir ou inibir excessos, absolutamente nada é feito ou qualquer medida é tomada. Na noite da última sexta-feira, 6, segundo ele, na quadra entre a 28 de Setembro e a Júlio de Castilhos foi encenada uma versão de Oktoberfest que se estendeu até depois da meia-noite, com música alta e muita gritaria, e não havia contato com órgãos que servisse para alguma providência.

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Conforme relatou, até mesmo viaturas da Brigada Militar e outros veículos de fiscalização cruzaram pela área, sem que qualquer contato com o estabelecimento tivesse sido feito. Segundo o empresário, moradores trataram de fazer inúmeros registros em fotos e vídeos, de diversos pontos, até a madrugada para comprovação. Eles cogitam a criação de uma associação com a finalidade exclusiva de fiscalizar e inibir a poluição sonora (como os onipresentes carros de som) e o excesso de barulho, tendo em vista que, segundo ele, isso se tornou uma óbvia concorrência desleal e ilegal em vários setores do comércio e da prestação de serviços.

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Lavignea Witt

Me chamo Lavignea Witt, tenho 25 anos e sou natural de Santiago, mas moro atualmente em Santa Cruz do Sul. Sou jornalista formada pela Universidade Franciscana (UFN), pós-graduada em Jornalismo Digital e repórter multimídia na Gazeta Grupo de Comunicações.

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