Com atrações voltadas para todos os públicos, Vila Junina movimentou o centro de Santa Cruz do Sul durante o sábado
Fé e cultura brasileira ganharam evidência no sábado, 13, na primeira Festa de São João Batista, padroeiro de Santa Cruz do Sul. Com o tempo firme, ao menos 2 mil pessoas se reuniram na Praça Getúlio Vargas para aproveitar as atrações da Vila Junina, conforme estimativas dos organizadores.
A abertura das festividades teve uma carreata com a imagem do padroeiro. A concentração ocorreu na Igreja São José, no Bairro Senai. Em um dos carros estavam as festeiras do evento, Rejane Lúcia Etges Frohlich, Roselaine Lucas Borba Machado e Ceroni Lurdes Rech Stolben. O trio, juntamente com seus maridos, se dedicou a uma intensa agenda de visitas às comunidades para promover a iniciativa. “É uma festa para acolher todos os públicos, não apenas católicos, mas a comunidade em geral”, reiterou Rejane. Já Roselaine celebrou o clima agradável registrado durante o dia. “O sol foi uma bênção.”
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Felicio Stolben, marido de Ceroni, foi um dos organizadores responsáveis por transportar a imagem de São João Batista durante a procissão. “É um sentimento difícil de explicar, não tem preço. Estar aqui é o resultado de um ano de trabalho. Queremos consolidar essa festa para que ela aumente a cada ano e se torne uma referência”, afirmou.
A chegada da carreata em frente à Catedral São João Batista representou o início das atividades na Vila Junina, com a presença do prefeito Sérgio Moraes e de secretários municipais. A banda do 7º BIB deu continuidade à programação, que prosseguiu ao longo do dia com atrações voltadas a diferentes públicos, como o encontro Viva a Melhor Idade, o festival cultural junino, show musical e a gincana com brincadeiras e desafios tradicionais da festa junina.
“Nossa cidade é uma das mais lindas do Brasil e com grande hospitalidade, tendo uma igreja como cartão postal. Os antepassados nos presentearam e temos que zelar por tudo isso”, disse Moraes. Ao lado da primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social e Inclusão, Fátima Alves da Silva, ele realizou o acendimento da fogueira simbólica.
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De acordo com o pároco da catedral, padre Rodrigo Eduardo Hillesheim, diante da boa aceitação, a Festa de São João Batista acontecerá em 2027 com a expectativa de ampliar o público. “É uma novidade que já marca o nosso calendário de eventos. Com tantas atividades acontecendo simultaneamente na região, tivemos um público excelente, mostrando que Santa Cruz pode realizar celebrações como essa, que favorecem o turismo religioso.”
Na Vila Junina, os visitantes puderam saborear comidas e bebidas típicas da festividade. Moradores do Edifício Tipuanas, situado em frente à praça, Isolde Woyciekoski, de 73 anos, e Carlos Casemiro Woyciekoski, de 80, elogiaram especialmente o quentão, ideal para encarar o frio, além do cachorro-quente e o pastel. Para o casal, trata-se de uma iniciativa bem-vinda para ocupar a praça e para valorizar ainda mais a Catedral São João Batista. “Espero que tenha mais”, destacou Isolde.
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O encerramento da programação religiosa ocorreu às 17 horas, com a celebração de São João Batista na Catedral. Na sequência, às 18 horas, o público acompanhou a Grande Quadrilha Junina, um dos momentos mais aguardados da festa, que ainda teve queima de fogos de artifício.
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