José Henrique Oliveira, Marco Aurélio de Andrade Silva, Maurício Mussi (em videoconferência) e Heron Sérgio Moreira Begnis participaram do ESG em Ação na rádio. Foto: Thaiani Fernandes Behling
A Gazeta Grupo de Comunicações deu sequência nessa quinta-feira, 23, ao 1º ESG em Ação. Essa etapa concluiu o debate sobre a governança, que é representada pela letra “G” na sigla em inglês (Environmental, Social and Governance), que faz referência às iniciativas de empresas e organizações públicas e privadas nas áreas ambiental, social e de gestão.
Os debatedores da ação veiculada ao vivo pela Rádio Gazeta FM 107,9 foram o diretor de Integridade da Corsan, Maurício Mussi; o pró-reitor administrativo da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Heron Sérgio Moreira Begnis; o gerente de Experiência do Colaborador na área de pessoas e cultura da JTI, José Henrique Oliveira; e o gerente de ESG da JTI, Marco Aurélio de Andrade Silva.
Eles abordaram dois temas que são de responsabilidade do grupo gestor e de setores voltados à manutenção da cultura da empresa. O primeiro foi a instituição e efetividade dos canais de denúncia, como ferramenta para receber críticas, elogios e apontar eventuais problemas. O outro relaciona-se aos direitos dos acionistas e como as organizações se relacionam com eles.
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Maurício Mussi apontou a importância da ferramenta “canal de denúncias” como um sensor da cultura da empresa, mas ressaltou que as informações levantadas pelo denunciante sejam encaminhadas para resolução. “Não adianta só detectar. É necessário que exista prática transparente para garantir a equidade diante dos fatos levantados.” A Corsan adota as melhores práticas, mantendo contrato com empresa terceira que administra o canal no site da companhia, recebendo as denúncias internas e externas.
Heron Begnis ressaltou que essas ferramentas de comunciação com os stakeholders podem ser utilizadas para fazer críticas, mas também para receber eventuais elogios. E que em quaisquer situações é necessário dar o tratamento correto para que as pessoas não sejam expostas. “Quem está à frente dos canais não é julgador; essa pessoa faz o registro e encaminha para que os responsáveis tomem as devidas medidas”, explicou.
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Alguns fatores são considerados importantes na relação das empresas com os acionistas, mas um deles é apontado como essencial: a transparência. Os participantes do debate destacaram que é uma forma de assegurar que todos recebam as informações necessárias para poder exercer o seu papel. “Além dos direitos, os acionistas têm deveres, como atuar com responsabilidade e pautar votos em critérios transparentes”, explica Maurício Mussi.
Nem todos têm a possibilidade de votar nas assembleias. Existem os acionistas ordinários, que têm esse direito, e os preferenciais, com prioridade no recebimento dos dividendos (lucro). De qualquer forma, ressaltam os participantes do ESG em Ação, manter uma relação de transparência é o imprescindível.
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No caso da JTI, mantendo a sua cultura mundial, a empresa trabalha com quatro pilares: consumidores, acionistas, colaboradores e sociedade. A partir do programa ESPP, une dois deles: acionistas e colaboradores. José Henrique Oliveira explica que a empresa incentiva o funcionário a adquirir ações da JTI na bolsa japonesa e faz uma aplicação extra para ampliar essa participação.
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