Mais do que um acessório: saiba como usar a gravata feminina
Skinny tie - Mais fina e fashionista, carrega irreverência e atitude.
Se você assistiu ao filme O Diabo Veste Prada 2, deve ter se deparado com a volta delas: as gravatas femininas. No entanto, não é de hoje que elas transitam pelo universo da moda com diferentes representações: desde um código de imagem ligado à liderança e à emancipação feminina, até símbolos de rebeldia, autoexpressão e construção de identidade.
Cada época reinterpretou a peça. Hoje, de forma menos rígida e mais autoral, seu retorno conversa diretamente com movimentos que já vinham ganhando força nos últimos anos. Nesse contexto, sua presença em O Diabo Veste Prada 2 reforça e potencializa, simbolicamente, esse imaginário cultural ligado à estética de liderança contemporânea.
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Formas de usar:
Skinny Tie
Mais fina e fashionista, carrega irreverência e atitude.
Versão Clássica
Inspirada diretamente na alfaiataria masculina, transmite presença, autoridade e sofisticação.
Lenço Laço
Reforça delicadeza e sofisticação, com um charme retrô.
Formas de amarração:
Nó Clássico
Estruturado e alinhado, é ideal para propostas elegantes e sofisticadas.
Lenço Amarrado ao Pescoço
Inspirado na estética parisiense e vintage, traz uma leitura mais suave, refinada e feminina.
Nó Solto ou desregulado
Cria uma estética moderna, despretensiosa e cheia de atitude.
“Talvez seja exatamente por isso que a gravata continua atravessando décadas e aparecendo sob diferentes interpretações: porque nunca foi apenas sobre um acessório, mas sim sobre um símbolo visual que acompanha os movimentos culturais, comportamentais e femininos de cada geração.”
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Carina Weber
Carina Hörbe Weber, de 37 anos, é natural de Cachoeira do Sul. É formada em Jornalismo pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e mestre em Desenvolvimento Regional pela mesma instituição. Iniciou carreira profissional em Cachoeira do Sul com experiência em assessoria de comunicação em um clube da cidade e na produção e apresentação de programas em emissora de rádio local, durante a graduação. Após formada, se dedicou à Academia por dois anos em curso de Mestrado como bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Teve a oportunidade de exercitar a docência em estágio proporcionado pelo curso. Após a conclusão do Mestrado retornou ao mercado de trabalho. Por dez anos atuou como assessora de comunicação em uma organização sindical. No ofício desempenhou várias funções, dentre elas: produção de textos, apresentação e produção de programa de rádio, produção de textos e alimentação de conteúdo de site institucional, protocolos e comunicação interna. Há dois anos trabalha como repórter multimídia na Gazeta Grupo de Comunicações, tendo a oportunidade de produzir e apresentar programa em vídeo diário.