Olá, pessoal! Tudo bem? Iniciamos a semana com chuva, bastante calma, mas constante, quase durante todo o dia. Além disso, estava com bastante neblina, típico de inverno, que, afinal, começou no sábado. Ao longo da semana o tempo deve firmar, mas com temperaturas muito baixas. Essa época vai exigir muita atenção dos produtores com relação às mudas de tabaco, em função do frio. Aqui em casa, como agora temos uma estufa maior, com plástico nas laterais, que já baixamos, podemos proteger elas melhor contra o clima.
Os tratos culturais continuarão sendo feitos, e mesmo a poda; porém, convém não fazê-la tão baixa, para não deixar as plantinhas muito descobertas. Em nossa propriedade, mantemos o planejamento de iniciar o transplante no começo de julho, mas isso se o tempo estiver apropriado para essa operação.
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Há uma semana também tivemos uma agradável surpresa em nossa propriedade. Meus pais, seu Aloisio e dona Rosa, sempre mantêm suínos, que são criados para o sustento da família. E uma das porcas deu à luz 12 leitõezinhos; um acabou não resistindo, mas os outros 11 crescem saudáveis e fortes, como se pode ver na foto acima, em que estão mamando. Nos dias mais frios, eles também requerem muitos cuidados. Para isso, preparamos um espaço em que eles podem ficar aquecidos, até com uma lâmpada para facilitar isso. E, de tempos em tempos, é preciso colocá-los junto da mamãe para que se alimentem e não passem fome.
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Na semana passada, como comentamos na coluna, estivemos em Holambra, em São Paulo, onde conferimos a Hortitec, grande evento nacional do agro, voltado à área de hortigranjeiros e flores. Pudemos conhecer novas e revolucionárias tecnologias e equipamentos para a pequena propriedade. Para nossa surpresa e alegria, por lá encontramos também um casal de produtores da região. Caminhando pelos estandes conhecemos o Fernando e a Rosimere Jaeger, de Linha Andréas, no interior de Vera Cruz, e que estão comigo na foto acima.
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Eles plantavam tabaco, mas acabaram se dedicando exclusivamente a outra cultura, a banana. Atualmente, possuem mais ou menos 3 mil pés, em dois hectares, e foram a Holambra para se atualizar em relação a manejos e técnicas. Comentaram que a bananicultura exige muitos tratos culturais, em trabalho braçal, mas a vantagem é que no auge do verão as tarefas são desempenhadas à sombra.
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