Colunistas

Memória: sabores inesquecíveis

O leitor Emigdio Engelmann nos encaminhou fotos de antigos refrigerantes, muitos já fora do mercado mas presentes na memória das pessoas. Como colecionador, ele ainda preserva garrafas intactas.
Nos “tempos idos”, a gurizada mantinha uma rotina nas tardes de domingo.

Às 13 horas, na frente do Cine Apolo, ocorria a troca de gibis. Depois, no bar, era o momento de comprar uma garrafinha de refrigerante: Abacate Celina, Grapette (Quem bebe Grapette, repete!), Laranjinha, Mirinda, Crush, Cyrillinha, Guaraná Antártica, Coca-Cola ou Pepsi.

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Muitas marcas antigas vinham de fora, mas “as nossas” estavam entre as prediletas. O Abacate, produzido na Vila Theresa (hoje Vera Cruz), era um dos líderes. O jornalista Ernany Iser (já falecido), que por anos dirigiu a Rádio Gazeta AM, criou o slogan “Abacate Celina – este seu paladar não declina”. A Coca-Cola chegou na cidade em julho de 1949 e a Pepsi no início dos  anos 50.

O mercado tinha vários refrigerantes (gasosa, como os mais velhos chamavam). Mas eram vendidos em garrafas maiores (750 ml) e o consumo ficava mais direcionado a eventos. É o caso do famoso Guaraná Frisante Polar. Ultimamente, algumas marcas voltaram às prateleiras.

Cyrillinha vinha de Santa Maria
Crush Laranja estava entre os preferidos
Grapette tinha sabor uva
Abacate era da Celina

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Lavignea Witt

Me chamo Lavignea Witt, tenho 25 anos e sou natural de Santiago, mas moro atualmente em Santa Cruz do Sul. Sou jornalista formada pela Universidade Franciscana (UFN), pós-graduada em Jornalismo Digital e repórter multimídia na Gazeta Grupo de Comunicações.

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