Foto: Agência Brasília
O Rio Grande do Sul encerrou os cinco primeiros meses de 2026 com saldo positivo de 39.319 empregos com carteira assinada. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que o Estado registrou 718.199 admissões e 678.880 desligamentos entre janeiro e maio.
No cenário estadual, Santa Cruz do Sul aparece entre os destaques na geração de empregos em maio. O município teve saldo positivo de 145 vagas formais e ocupou a quarta colocação entre as cidades gaúchas que mais criaram postos de trabalho no período. Apenas Gravataí, Lajeado e Canoas apresentaram resultados superiores.
Com o resultado, Santa Cruz do Sul já soma saldo positivo de 6.858 vagas abertas nos primeiros cinco meses de 2026. No acumulado do ano, o município segue na liderança do ranking gaúcho.
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Com o desempenho acumulado no ano, o Rio Grande do Sul ficou na oitava colocação no ranking nacional de geração de empregos formais. O Estado ficou atrás de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Bahia, Rio de Janeiro e Goiás.
Na comparação regional, o Sul foi a segunda região que mais criou empregos no país entre janeiro e maio, com saldo de 161.377 vagas, atrás apenas do Sudeste, que registrou 371.985 novos postos de trabalho.
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Em maio, o salário médio das admissões no Rio Grande do Sul chegou a R$ 2.277,28, valor 2,42% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. O resultado também foi o melhor entre os três estados da Região Sul. Na comparação com abril, o Estado apresentou alta de 0,48% no salário médio de contratação, enquanto Paraná e Santa Catarina registraram recuo no período.
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Somente em maio, o Rio Grande do Sul contabilizou 122.136 admissões e 127.793 desligamentos. Conforme a Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional, o resultado foi influenciado pelo encerramento de safras agrícolas, especialmente de culturas como maçã e arroz, além de fatores externos que afetam a economia gaúcha.
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Apesar disso, a expectativa do governo estadual é de que os próximos meses mantenham o saldo de empregos em campo positivo, impulsionando o desempenho do mercado de trabalho ao longo do segundo semestre.
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