Raphinha concedeu entrevista na quarta-feira | Foto: Rafael Ribeiro/CBF
O técnico Carlo Ancelotti, que completou 67 anos na quarta-feira, 10, indicou uma escalação da Seleção Brasileira com Danilo e Alex Sandro, para a estreia na Copa do Mundo, diante do Marrocos, no sábado, 13, às 19 horas (de Brasília).
A provável formação do Brasil para a estreia na Copa é: Alisson, Danilo, Gabriel Magalhães, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Júnior e Matheus Cunha. Na atividade de quarta, além do trote em Ancelotti por conta do aniversário, o CT Columbia Park, em Morristown, recebeu a vista do cineasta norte-americano Spike Lee.
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O atacante gaúcho Raphinha concedeu entrevista coletiva na quarta-feira. Aos 29, vai disoputar a segunda Copa do Mundo. Ele admitiu que não estava pronto para a edição de 2022. Segundo ele, a competição é traiçoeira e qualquer falha pode levar tudo a perder.
Um repórter escocês lembrou do período em que o atleta esteve no Leeds e desenvolveu grande amizade com Liam Cooper, então capitão da equipe, um dos líderes da Escócia, terceira adversária na fase de grupos. Raphinha respondeu que Cooper foi fundamental para sua adaptação à Inglaterra, de onde deu o salto para chegar ao Barcelona.
Outro ponto abordado na entrevista foi a conexão com o Brasil. “Sinto que é diferente o carinho dos brasileiros na comparação com quem me acompanha lá fora. Saí muito cedo do país, não me conectei com nenhum clube, então é normal. Não posso julgar o gosto das pessoas, tá tudo bem. Mas se tenho que me provar para alguém, é para meus pais, minha esposa, meu filho”, respondeu.
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Raphinha enfrentou dificuldades com lesões e por isso atuou em apenas seis das 12 partidas de Carlo Ancelotti pela Seleção Brasileira. Contribuiu com duas assistências neste período com o técnico. O atleta é constantemente cobrado pela diferença de desempenho na Seleção Brasileira e no clube, pelo qual marcou 21 gols e deu sete assistências na última temporada.
“Eu já consegui entregar muito pela Seleção sim. Obviamente que não podemos ser hipócritas e falar que foi igual ao clube. Mas, dentro do que passamos neste ciclo, pude entregar sim um bom futebol”, avaliou. “Mas somos muito conscientes de que seleção brasileira é feita de resultados e somos cobrados. E se somos cobrados de fazer o que fazemos no clube, é porque temos condições de fazer na Seleção também. Não tenho problema com isso. Posso melhorar. E não só eu, mas vários jogadores, temos essa consciência de que podemos chegar mais próximo do que fazemos nos clubes”, complementou.
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