Em entrevista à Rádio Gazeta FM 107,9 nessa quarta-feira, 1º, o prefeito de Santa Cruz do Sul, Sérgio Moraes (PL), se mostrou otimista em relação a uma de suas principais propostas de governo: o Centro Integrado de Bem-estar e Saúde (Cibs). Segundo ele, o novo serviço deve estar em funcionamento ainda neste ano, antes mesmo do prazo estipulado durante a campanha eleitoral.
O espaço já tem local de instalação definido e ficará na região central da cidade. Agora, está sendo elaborado o projeto interno. O objetivo é concentrar atendimentos com médicos especialistas e outros serviços de saúde, diminuindo o tempo de espera e desburocratizando o atendimento à população – uma das principais queixas da comunidade.
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Conforme Moraes, convênios já foram firmados com o Consórcio Intermunicpial de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) para garantir os atendimentos de médicos especialistas, além de exames como tomografias e raio-x. “São coisas que as pessoas às vezes ficam esperando seis, sete meses. Isso não vai mais acontecer”, reforçou o prefeito.
Sérgio Moraes ainda citou outros serviços que poderão ficar concentrados no futuro centro integrado, como as ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), atendimento odontológico e farmácia municipal e estadual.
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O prefeito ainda criticou a demora no fluxo atual de atendimentos. “Hoje funciona assim: você vai no posto de saúde, eles mandam você para a Central de Regulação (Casa). Aí a Casa marca um especialista para daqui a seis meses. Depois, o especialista pede um exame e leva mais seis meses. Isso passa um ano e pouco e a pessoa não resolveu o problema ainda. Isso tem que acabar”, defendeu.
Além disso, citou a decisão recente da Justiça Federal que pediu esclarecimentos do Município, Estado e União sobre a fila para atendimentos em traumatologia e ortopedia no Hospital Santa Cruz (HSC). A situação chamou a atenção do Judiciário devido ao volume de pacientes à espera de procedimentos nos últimos anos. “Está marcado para daqui a 12 anos uma cirurgia de quadril. Isso é um fiasco para qualquer governo”, pontuou Moraes.
*Colaborou Ronaldo Falkenback
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