O Brasil superou o Japão por 2 a 1 no sufoco e avançou para as oitavas de final da Copa do Mundo. O adversário será Noruega ou Costa do Marfim, no domingo, 5, às 17 horas (de Brasília), no MetLife Stadium, em New York.
Sobre o duelo dos 16 avos de final em Houston, Ancelotti definiu como um “jogo completo” da equipe. “Até agora, foi o jogo mais completo. Tivemos problemas no primeiro tempo para criar oportunidades. O Japão estava muito fechado. Buscamos soluções, com cruzamentos e mais presença na área no segundo tempo. Houve evolução e tivemos problemas, mas buscamos soluções”, avaliou.
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Apesar da tensão, Ancelotti afirmou que estava confiante na virada. “Eu sofri menos. Estava confiante. O time estava jogando bem. Depois do gol, tivemos dificuldades pela força do rival. É um time respeitável, muito bem organizado e perigoso. Os jogadores são fortes fisicamente. O time jogou. Não foi um time perdido como no primeiro tempo contra o Marrocos”, argumentou.
O treinador foi questionado sobre Neymar. “Estávamos esperando o Neymar para a prorrogação. Falei com ele, ele entraria no minuto 60 ou 65. Empatamos o jogo e não queria mudar a estrutura porque a equipe tinha o controle do jogo”, explicou. Ancelotti valorizou o elenco convocado. “Temos muitos recursos, no banco e no campo, é bom que os jogadores indivualmente estão em bom nível. Temos que valorizar. Partida muito exigente. Japão não é uma equipe fácil, é intensa, muito organizada”, concluiu.
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Herói da classificação, Gabriel Martinelli ficou sem palavras para descrever a alegria pelo gol. “Não tenho palavras para descrever a alegria que está no meu coração ao ver todo o povo brasileiro feliz com a classificação. Ver a minha família, minha esposa, meu pai e minha mãe. Meus amigos… Não tenho como explicar o que sinto, a ficha não caiu, só vai cair daqui a um tempo. Falei outro dia com a minha família, que tinha acertado bola na trave e teria outra oportunidade. Graças a Deus hoje eu consegui fazer o gol. Estou muito feliz pelo time, que se doou o máximo. Sem palavras”, declarou.
Após a partida, Matheus Cunha foi em direção aos japoneses, espalmou a mão num gesto que indicava o número cinco e gritou o número de títulos do Brasil na Copa do Mundo. Eu tenho cinco”, disse Cunha, gesticulando.
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Foto: Reprodução/CazéTV
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