Nesta segunda-feira, 24, agentes da Delegacia de Polícia de Vera Cruz prenderam um homem em flagrante. Ele é investigado pelos crimes de ameaça, perseguição, desacato, resistência e desobediência, em contexto de violência doméstica e familiar.
Conforme apurado pela Polícia Civil, a vítima, que mantinha um relacionamento de longa duração com o homem, procurou as autoridades após uma série de episódios de violência, ameaças, ofensas e comportamento agressivo. Diante da situação, foram solicitadas medidas protetivas de urgência, e a mulher foi encaminhada para um local seguro com acompanhamento de policiais civis.
Mesmo após a intervenção policial, o investigado não teria cessado as ameaças. Ao descobrir onde a vítima estava, ele foi até a residência de uma vizinha que havia acolhido a mulher e passou a ameaçar as duas, afirmando que elas iriam se arrepender do que haviam feito.
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A Brigada Militar foi acionada e a vítima encaminhada à Delegacia de Polícia. O investigado, porém, também compareceu ao local e, diante dos policiais civis, voltou a ameaçar a vítima, inclusive de morte. Ele ainda teria proferido ofensas contra a autoridade policial e os agentes que atuavam na ocorrência.
Diante da situação de flagrante, os policiais prenderam o homem. Segundo a Polícia Civil, ele resistiu à prisão e precisou ser contido pelos agentes. Mesmo depois de ser colocado na cela, o preso continuou fazendo ameaças. O Corpo de Bombeiros foi acionado para atendê-lo. Após avaliação médica, ele foi encaminhado ao sistema prisional.
A Polícia Civil destacou que a prisão ocorreu após a rápida atuação dos agentes da Delegacia de Polícia de Vera Cruz, que acompanharam a vítima até um local seguro e, diante da continuidade das ameaças e da escalada do comportamento agressivo, adotaram as medidas necessárias para interromper a situação. A corporação reforçou a importância de que vítimas de violência doméstica procurem as autoridades diante dos primeiros sinais de violência ou ameaça. A denúncia pode contribuir para interromper o ciclo de violência e evitar que os casos evoluam para situações ainda mais graves.
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O preso permanece à disposição da Justiça. A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, considerando a gravidade dos fatos, o risco de reiteração das condutas, de intimidação da vítima e das testemunhas e a necessidade de garantir o cumprimento das medidas protetivas.
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