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Santa Cruz do Sul

Data para fim do viaduto Fritz e Frida é dúvida, mais uma vez

Prevista para ser concluída no fim deste mês, a construção do viaduto no trevo Fritz e Frida, em um dos acessos a Santa Cruz do Sul, não deve ser terminada no prazo. A informação foi repassada pela concessionária Ebrax-Iccila. A Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), no entanto, garante que o cronograma está sendo seguido e não descarta o término da obra ainda em julho.

O prazo inicial para a entrega do viaduto era dezembro do ano passado. Em uma primeira prorrogação, a data fixada foi junho. Posteriormente, julho foi definido como limite. No entanto, a conclusão ainda neste mês parece estar longe de se tornar realidade. Isso porque, conforme a empresa, é necessária a remoção de uma rede elétrica de alta tensão que passa sobre o viaduto. A AES Sul deve executar esse serviço entre fim de julho e metade de agosto.

Mesmo com a densa neblina que tem envolvido o trecho nos últimos dias, funcionários da Ebrax-Iccila trabalham na colocação dos pilares centrais do viaduto. A próxima etapa consiste na fixação de 16 vigas, de 30 metros cada, pré-moldadas, que estão sendo produzidas em Porto Alegre. Contudo, esse serviço, conforme representante da empresa, só poderá ser feito após a remoção da rede elétrica. A última fase é a execução da laje e conclusão do aterro. Para a Ebrax, setembro seria um prazo razoável para a finalização do viaduto.

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Segundo o presidente da EGR, Nelson Nunes, a data-limite para conclusão da obra não mudou: continua sendo fim de julho. Ele afirma que o cronograma está sendo seguido e não haveria motivos para atrasar o viaduto, mas não descarta a possibilidade de uma nova prorrogação, por respeito a questões técnicas. “A obra só fica pronta quando termina”, disse.

Conforme a empresa, o período de estiagem favoreceu a aceleração dos serviços. O trabalho da Ebrax-Iccila começou no início de 2015 e, em vários períodos, lentidão e até paralisação das atividades preocuparam e intrigaram os santa-cruzenses quanto ao término da obra. Hoje, cerca de 35 funcionários atuam no local.

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