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Santa Cruz

Policiais prestam homenagem a colega morto durante operação

ATUALIZADO ÀS 11H47

Em homenagem ao policial morto em Pareci Novo, no Vale do Caí, na manhã dessa quarta-feira, 2, policiais civis de Santa Cruz do Sul fizeram um sirenaço na manhã desta quinta. Para marcar a morte de Leandro de Oliveira Lopes, morto com um tiro de fuzil durante uma operação, o Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia (Ugeirm) organizou em todo o Estado uma manifestação, com um dia de paralisação das atividades e um “sirenaço”.

Na região, os agentes se reuniram na manhã desta quinta-feira, às 10 horas, em frente à Delegacia de Polícia Regional, na Rua Ernesto Alves, em Santa Cruz do Sul. Cerca de 30 agentes estiveram presentes no ato, incluindo os delegados Raquel Schneider e Alessander Zucuni Garcia, além de policiais federais. 

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Além da homensagem nesta manhã, a Polícia Civil está paralisada das 8 até as 18 horas durante o dia. Neste período só serão atendidos flagrantes delito ou situações de violência real ou presumida. Outros casos serão registrados após as 18 horas. 

Policiais da Brigada Militar também realizaram homenagem com viaturas na Praça Getúlio Vargas. Leandro trabalhou por mais de cinco anos na Brigada Militar, de 2012 a 2017. Durante o período, atuou no 9º Batalhão de Polícia Militar, a maior parte do tempo em rondas com motocicletas. 

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Policiais de outros municípios se organizaram em frente às delegacias: Lagoão, Passa Sete, Sobradinho, Arroio do Tigre, Vale do Sol, Candelária, Venâncio Aires, Pantano Grande, Amaral Ferrador, Encruzilhada do Sul, Rio Pardo, Cachoeira do Sul, Novo Cabrais, Cerro Branco e Paraíso do Sul também realizaram suas homenagens. 

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Entenda o caso

O policial civil morreu durante uma operação contra uma facção investigada por tráfico de drogas e homicídios, em Pareci Novo, no Vale do Caí. Leandro de Oliveira Lopes, de 30 anos, foi atingido por um tiro de fuzil nas costas quando chegava em um sítio onde seria cumprido um mandado de prisão.

A operação foi realizada com 20 policiais da Delegacia Especializada em Furtos, Roubos, Entorpecentes e Capturas (Defrec) e da Delegacia de Homicídios de Canoas. Lopes era ex-policial militar e se formou em 2017 na 51ª turma de inspetores da Polícia Civil. Atuava na Delegacia de Homicídios de Canoas, na Região Metropolitana, há menos de cinco meses. Ele deixa a esposa e um bebê.

Ainda nessa quarta, a Polícia Civil divulgou uma nota, na qual “se solidariza com a dor dos familiares, policiais e amigos”. 


Foto: Lula Helfer.


Fotos: Ana Cláudia Müller.

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