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São Paulo

Corinthians amplia invencibilidade e Santos perde a primeira no Paulistão

Quando a torcida se levantou para aplaudir Guerrero, substituído por Vagner Love aos 18 min do 2º tempo, parecia que o Corinthians aplicaria uma goleada no Penapolense, pelo Campeonato Paulista. Vencia por 5 a 0 e criava chances para mais. Mas a partir daí, o time se desligou em campo e levou três gols. O placar final de 5 a 3, nesta quinta-feira, 26, no Itaquerão, representa o melhor desempenho ofensivo do Corinthians em uma partida de 2015. E o pior defensivo, já que a defesa nunca havia sido vazada tantas vezes.

“Não vou deixar que os 15 minutos finais [quando aconteceram os gols do Penapolense] tirem a alegria que eu tive”, disse Tite.
Os números lhe são favoráveis. Apesar dos três jogos nos últimos seis dias, o Corinthians continua invicto na temporada. Também ampliou a invencibilidade no Itaquerão. Chegou a 27 partidas sem derrota, superando a melhor marca obtida quando usava o Pacaembu como casa (26, entre 2008 e 2009). Considerando os estádios em que era o mandante, o recorde foi obtido no Parque São Jorge, com 49 jogos sem derrota, entre 1956 e 1960.

Apesar de a vantagem final não ter sido larga, a vitória nunca correu risco. Após 11 minutos, o Corinthians já vencia por 2 a 0. Guerrero abriu o placar em lance de oportunismo, ao aproveitar rebote de chute de Renato Augusto. Yago fez o primeiro gol como profissional no clube ao desviar de cabeça cobrança de escanteio. As chances criadas mascararam os problemas na marcação. O Penapolense encontrou espaço para fazer gols. Parou nas defesas de Cássio e deficiências de finalização do atacante Diego Rosa. Foi uma partida aberta no Itaquerão como não costuma acontecer. Porque os visitantes não costumam atacar assim, e o Corinthians não oferece tanto espaço.

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Enquanto o time do interior lamentava as oportunidades desperdiçadas, Emerson Sheik e Petros fizeram mais dois gols no espaço de quatro minutos (aos 26 e 30). A goleada era uma realidade. Mais ainda quando Guerrero anotou o quinto, no início da etapa final. A impressão que passava era que o Corinthians seria capaz de fazer tantos gols quanto quisesse. A coisa mudou de figura a partir da entrada de Vágner Love. Não apenas por culpa dele, a equipe parou em campo e passou a administrar a vitória que era certa. PC Gusmão colocou o rápido Crislan em campo. O atacante reserva marcou duas vezes. No último minuto, o zagueiro Luis Gustavo descontaria.

“Vencemos. É o que importa”, resumiu Emerson Sheik. Ciente da sequência que enfrenta, Tite não cobrou os atletas pelos lapsos defensivos. Negou-se até a comentar a falta de pontaria de Love.

 

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Ponte Preta supera o Santos por 3 a 1

O Santos conheceu sua primeira derrota no Campeonato Paulista nesta quinta-feira, 26. Após nove vitórias e dois empates na competição, o time de Baixada perdeu a invencibilidade em Campinas, na derrota para a Ponte Preta por 3 a 1. Os gols foram marcados por Biro Biro, adiantado ao receber lançamento de Renato Cajá, Bruno Silva, aproveitando uma falha do goleiro Vanderlei, e Rildo. O ex-atacante santista chutou da intermediária e colocou a bola no canto esquerdo do goleiro santista Vanderlei.

O atacante Gabriel descontou para o Santos, com um gol marcado logo aos 56 segundos da segunda etapa, após bela defesa do goleiro João Carlos, em cabeceio de Ricardo Oliveira. A derrota pouco altera a situação do Santos no campeonato. A equipe continua na liderança isolada do Grupo 4 com 29 pontos, 17 a mais que o Capivariano, segundo colocado na chave.

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Com os três pontos, a Ponte Preta chega a 24 e permanece na segunda colocação do grupo liderado pelo Corinthians. Melhor equipe do interior no Paulista, o time campineiro freia a ascensão do Audax e abre cinco pontos em relação ao rival na disputa por uma vaga nas quartas. Na próxima rodada, domingo, 29, às 18h30, o Santos recebe o São Bento na Vila Belmiro. No mesmo dia e horário, a Ponte encara o XV em Piracicaba – time que briga com Penapolense e Capivariano pela segunda posição do grupo do Santos.

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