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Crise da OAS

Por atraso em financiamento, Grêmio corre o risco de ver a Arena impossibilitada de receber jogos

A Arena corre risco de não receber jogos do Grêmio devido ao atraso no pagamento de três parcelas do financiamento junto a três bancos. O presidente do clube, Romildo Bolzan Jr., confirmou a informação nesta quarta-feira, 13.

É isto que torna real a ameaça de bloqueio, através de liminar judicial, da renda obtida nas partidas disputadas pelo Grêmio no estádio. Até a OAS tornar-se inadimplente, as rendas eram depositadas em conta especial, da qual a construtora retirava o valor destinado ao financiamento. O valor de cada parcela é de R$ 2,4 milhões.

O presidente do clube, Romildo Bolzan, explicou que, se os bancos resolverem resgatar o dinheiro que não estão recebendo, não haverá recursos para que a Arena Porto-Alegrense custeie os gastos básicos de um jogo, como bilheteria e segurança. Bolzan soube da inadimplência há 30 dias.

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Com a crise da construtora OAS, envolvida na Operação Lava-Jato, nos últimos meses as parcelas deixaram de ser depositadas. A bilheteria do estádio deveria bancar as prestações, contudo, a OAS costumava complementar os valores que faltavam, o que não estaria ocorrendo mais. Romildo Bolzan Júnior não acredita que os bancos executem a dívida. Internamente, porém, o clube já estuda locais em que possa mandar seus jogos no Brasileirão.

A Arena Porto-Alegrense é responsável por quitar o financiamento de R$ 230 milhões para construção do complexo — faltaria pagar cerca de R$ 160 milhões. O dinheiro foi liberado via BNDES por meio de contratos com o Banco do Brasil, Santander e Banrisul, sendo que o estádio é uma das garantias.

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