Porto Alegre vive um dia complicado nesta quarta-feira, 15, com a paralisação das atividades por parte dos funcionários da Carris e da Trensurb. Os rodoviários e os metroviários aderiram ao Dia Nacional da Paralisação, que realiza protestos contra o Projeto de Lei 4330/04. A medida regulamento o trabalho terceirizado. Segundo o G1, ao longo do dia bancários, professores da rede estadual e serviços de saúde também devem aderir ao movimento.
O ônibus da Carris, empresa pública de transportes da Capital, não chegaram nem a sair da garagem. Cobradores e motoristas ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT-RS) organizam piquetes de forma pacífica. De acordo com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), 11 carros que estavam estacionados no Porto Seco estão circulando. A empresa ainda contatou outros consórcios para que aumentem a frota e atendam a demanda de passageiros. Com a situação as lotações estão autorizadas a circular com passageiros em pé.
Os metroviários param as atividades por 24 horas e algumas estações estão fechadas. Mesmo assim, a Trensurb informou nesta manhã que pretende manter a circulação para atender população com segurança. Já a Justiça do Trabalho determinou que os metroviários mantenham a circulação de 100% da frota de trens nos horários de pico, entre 5h30 e 8h30 e 17h30 e 20h30. A decisão, no entanto, não é válida para os rodoviários, cujo sindicato afirmou que não convocou nenhuma paralisação.
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