Os vereadores de Ibarama Gildo Luiz Puntel (PTB), Jean Carlos Mattana (PMDB) e Paulo Jonas Scotta (PMDB), acompanhados pelo presidente do PMDB do município, buscaram a imprensa de Sobradinho para denunciar o que chamaram de “abandono” nas estradas do interior, levando em conta que se está a pouco mais de uma semana da Festa Estadual do Milho Crioulo (Femici); O grupo fotografou a situação de algumas vias do interior e cobrou uma posição por parte da Administração.
“Queremos que resolvam essa situação logo. O que cobramos é um reflexo do que a população nos pede”, diz Gildo. Revoltados com o precário estado das estradas, sobretudo depois das chuvas, eles questionam diretamente a prefeita Lenise Mariani (PP) se a Femici realmente é feita para valorizar os agricultores, uma vez que sem acesso não há possibilidade de deslocamento destes até o evento. “90% das estradas estão intransitáveis. Nunca vimos uma situação dessas em nosso município”, salienta Bernardes.
Em resposta às denúncias, a prefeita Lenise Mariani explicou que há mais de 15 dias os equipamentos e funcionários da prefeitura estão trabalhando direto na recuperação de estradas e em locais de difícil acesso. Já foram arrumadas a Estrada Geral, Cerro Preto/Santa Lucia, Grapia, Linha Salete/Caramuru, São João/Lagoa. Algumas travessas ainda necessitam de reparos. A malha viária de Ibarama perfaz um total de, aproximadamente, 400 quilômetros.
“O trabalho nunca parou e estamos fazendo o possível para melhor atender a população. Não há abandono, como disseram os membros da oposição, mas também precisamos que os agricultores nos ajudem com a roçada à beira das rodovias”, diz. A chefe do Executivo afirma também que todas as prefeituras enfrentaram dificuldades no começo do ano e somente em fevereiro se conseguiu, de fato, voltar às atividades normais.
“Sabemos que precisamos melhorar mais, mas temos a certeza de que estamos fazendo o possível. Houve, neste período, também os serviços em propriedades particulares e no comércio, lembrando que realizamos trabalhos em propriedades de membros da oposição”, diz. Sobre o Moinho Colonial, Lenise adianta que a situação será resolvida dentro de poucos dias. “Vamos fazer algo muito bom por lá”, comenta.
Publicidade

