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A Gazeta esteve lá: na Olimpíada de Sydney, em 2000

Eleno no estádio olímpico de Sydney

A pandemia do coronavírus motivou o adiamento de mais um megaevento mundial, nada menos do que os Jogos Olímpicos de Tóquio, que acabaram sendo transferidos para o ano que vem pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). A Gazeta teria estado lá, com a viagem já programada pelo seu especialista em esportes olímpicos, o professor e comunicador Eleno Hausmann. Não estará lá neste ano, mas estará em 2021. Assim como ocorreu nas últimas cinco edições, desde a do ano de 2000, há exatos 20 anos, realizada em Sydney, na Austrália.

Foi lá que Hausmann, hoje com 54 anos, natural de Estrela mas radicado em Santa Cruz desde 1982, iniciou sua jornada de cobertura a edições dos jogos olímpicos, que inclusive lhe rendeu a alcunha de “Professor Olímpico”, como é conhecido em todo o Rio Grande do Sul. Naquela ocasião, Eleno vinha de um primeiro envolvimento com o jornalismo esportivo, a cobertura de um enfrentamento da Copa Davis de 1997, em Ribeirão Preto. “Na cara e na coragem”, como diz, decidiu se aventurar rumo à Austrália para cobrir os jogos, realizados entre 13 de setembro e 1º de outubro de 2000.

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Foi o batismo internacional, que o alçaria à condição de apresentador do programa “Grande Resenha”, na hoje Rádio Gazeta FM 107,9, às segundas-feiras, das 20 às 22 horas, quadro que começou a elaborar em 2005 e que seguiu firme na programação ao longo dos últimos 15 anos. Em Sydney, hospedou-se na casa de um conhecido, cuja família era de Santa Cruz do Sul, e no primeiro dia tratou de adquirir os ingressos para todas as modalidades ou apresentações que pretendia conferir. “Todas as manhãs, eu saía de casa, a cerca de uma hora e meia do parque olímpico, e seguia de trem até lá”, rememora. Além dos jogos que via, passou a frequentar o International Board Center (IBC), onde podia conferir todos os esportes ao lado dos profissionais das demais mídias brasileiras, a exemplo de Jô Soares e outros jornalistas esportivos de renome. E conviveu com atletas e lideranças da época, como o ex-jogador de vôlei Bernard, o criador da “Jornada nas Estrelas”, então membro do COI.

Com Bernard (esq.), ex-jogador de vôlei

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Uma de suas grandes alegrias foi testemunhar, de perto, a santa-cruzense Natália Scherer Eidt, então com 14 anos recém-feitos, atuando no primeiro conjunto brasileiro de ginástica rítmica a participar de uma Olimpíada, com a equipe classificando-se entre as oito melhores da edição. “Foi emocionante estar lá e aplaudi-la”, frisa, mencionando que de imediato ligou, com seu celular de modelo tijolão da época, para o técnico de Natália no clube, Rafael Luz, que ficara em Santa Cruz, colocando os dois em contato para conversar naquele mesmo instante. Já para as edições seguintes, como a de Atenas, na Grécia, em 2004, Eleno credenciou-se formalmente como imprensa e, a partir disso, sua cobertura foi se ampliando, para as plataformas da Gazeta, o jornal Gazeta do Sul e a rádio, até, mais adiante, englobar também o Portal Gaz. Em todas as edições posteriores das Olimpíadas, com Eleno Hausmann, a Gazeta esteve lá. Por você.

Ao lado de Jô Soares, na frente do IBC

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