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Polêmica

Aprovação de ‘pílula do câncer’ dá esperança a pacientes

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, um projeto polêmico, mas que deu esperança a milhões de brasileiros que lutam contra o câncer no País. Embora ainda precise de aprovação do Senado e da sanção presidencial, a proposta gerou debate e confronta a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De autoria do deputado federal Weliton Prado (PMB-MG), a matéria permite o uso da “pílula do câncer”, como é conhecida a fosfoetanolamina sintética, para pacientes que estão em tratamento contra tumores malignos. 

Há mais de três anos, Joel Machado Aires, de 33 anos, trata a doença de Hodgkin, um tipo de câncer no sistema linfático, e agora aguarda ansioso pela liberação da substância, mesmo sabendo que ainda não há comprovação da eficácia dela nem mesmo de contraindicações. “Todo mundo tem o direito à vida, não custa tentar. Com certeza, essa pílula não deve prejudicar mais do que uma quimioterapia”, argumenta. Para ele, a comercialização depende da boa vontade de órgãos competentes. “A cura para o câncer só não foi descoberta ainda por falta de interesse”, critica. 

A fosfoetanolamina é encontrada no corpo humano e pode ter a função de estimular o sistema imunológico a identificar e combater a célula cancerígena. A substância sintética foi desenvolvida experimentalmente pela Universidade de São Paulo (USP), de São Carlos, e, por muitos anos, foi distribuída pela instituição. No entanto, em novembro do ano passado, a distribuição foi suspensa pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. 

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