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Pressão da Red Bull

Audi admite que poderá ingressar na F1, mas não estipula prazo

Depois de muitos rumores e, mais recentemente, alimentados pelas declarações da Red Bull, a Audi finalmente abriu o jogo sobre a F1 e admitiu que o Mundial é, sim, uma opção, mas não de momento.

Depois do GP da Espanha, realizado no último fim de semana, a equipe austríaca, que vive uma fase conturbada e de resultados irregulares, afirmou por meio do consultor, Helmut Marko, que só permanece na F1 se puder voltar a ser competitiva nos próximos anos e que isso está associado a uma possível parceria com a marca.

Em entrevista concedida à publicação inglesa Auto Express, o presidente da Audi, Rupert Stadler, deixou claro que a F1 está longe de ser uma porta fechada para a montadora. “Na vida, você deve manter as coisas em aberto”, disse o executivo ao ser questionado sobre a possibilidade de competir na categoria mais importante do automobilismo mundial.

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“Nós já temos diversos projetos bem sucedidos no esporte a motor. Mas com a F1, temos de esperar e ver. É uma opção para a Audi”, completou. “Talvez não neste momento, mas ainda assim é uma opção”, acrescentou Stadler.

A entrada da Audi na F1, entretanto, precisa de um sinal verde do Grupo Volkswagen, que controla a marca e que está atravessando um período de transição desde a renúncia do presidente Ferdinand Piech, que historicamente sempre se colocou contra o envolvimento da montadora na F1.

Atualmente, entre outras competições, a fábrica alemã tem programas de muito sucesso no DTM, o tradicional campeonato de turismo alemão, e também no Mundial de Endurance.

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