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SAÚDE DOS PETS

Cães e gatos também podem desenvolver doenças cardíacas ao longo da vida; entenda

Assim como acontece com os seres humanos, cães e gatos também podem desenvolver doenças cardíacas ao longo da vida. É nesse contexto que entra a cardiologia veterinária, área da medicina veterinária dedicada ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento de problemas relacionados ao coração dos animais.

Segundo o médico-veterinário Rafael Aita, o principal objetivo da especialidade é identificar precocemente possíveis alterações cardíacas e garantir melhor qualidade e expectativa de vida aos pets. “Quanto mais cedo o problema é diagnosticado, maiores são as chances de controlar a doença e proporcionar uma vida longa e confortável para o animal”, explica.

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Aita destaca que alguns sinais podem indicar que algo não vai bem com o coração do pet. Tosse frequente, cansaço fácil, respiração acelerada ou com esforço, desmaios, intolerância a exercícios e diminuição da disposição estão entre os principais sintomas que merecem atenção dos tutores.
No caso dos gatos, os sinais costumam ser mais discretos. Muitas vezes, a única mudança perceptível é uma respiração mais rápida ou um comportamento mais quieto do que o habitual.

Vale destacar que as temperaturas extremas podem agravar o quadro de animais que já possuem cardiopatias. O calor intenso aumenta a demanda do organismo para regular a temperatura corporal, enquanto o frio pode elevar a pressão arterial e exigir maior esforço do sistema cardiovascular. Por isso, em períodos de calor ou frio intensos, pets com problemas cardíacos precisam de cuidados redobrados.
Ou seja, a prevenção passa principalmente pelo acompanhamento veterinário regular.

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Durante consultas de rotina, o profissional pode identificar sinais precoces, como sopros cardíacos, antes mesmo do surgimento de sintomas. Além disso, manter o peso adequado, oferecer alimentação equilibrada, estimular a prática de atividades físicas e realizar check-ups periódicos são medidas importantes para preservar a saúde do coração dos animais.

Assim como para os humanos, a atividade física, como passeios e brincadeiras, também contribui para o bom funcionamento do sistema cardiovascular. No entanto, conforme alerta o veterinário, em pets com doença cardíaca diagnosticada, o nível de exercício deve sempre ser orientado pelo veterinário para evitar sobrecarga.

Outro fator essencial é a alimentação. Dietas equilibradas auxiliam no controle do peso, reduzem o esforço do coração e contribuem para o bom funcionamento do metabolismo. Segundo o especialista, quando combinados com acompanhamento profissional, esses cuidados podem fazer grande diferença na saúde e na longevidade dos pets.

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