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RECONHECIMENTO

Câmara de Candelária homenageia forças de resgate da enchente de 2024

Foto: Arthur Lersch Mallmann (Divulgação)

A Câmara de Candelária realizou sessão especial na segunda-feira em reconhecimento a instituições que desempenharam papel fundamental durante a enchente de 2024, considerada a maior tragédia climática da história do Rio Grande do Sul. A homenagem (foto), proposta pelo vereador Mateus Böck (PL), foi concedida à Defesa Civil local, à Defesa Civil do Rio Grande do Sul, ao Grupo Especializado em Resgates em Áreas de Risco (Gerar) e aos Bombeiros Voluntários de Marau. Essas equipes atuaram de forma integrada aos Bombeiros Voluntários de Candelária e Corpo de Bombeiros Militar de Santa Cruz em mais de 500 resgates, com êxito em todos os casos.

Em seu pronunciamento, o proponente destacou a importância do ato como um gesto de gratidão da comunidade candelariense. “Vocês estiveram onde poucos têm coragem de estar. Foram mãos estendidas quando tudo parecia perdido. A atuação de cada uma dessas equipes foi decisiva não apenas para salvar vidas, mas para reacender a esperança em nossos corações”, afirmou Böck. O prefeito Nestor Ellwanger também participou da solenidade e ressaltou a sensibilidade da iniciativa. 

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O representante do Gerar, Nelson Luís Antunes Del Valle, reforçou que a motivação do grupo nunca foi o reconhecimento, mas a solidariedade. “Como em outras grandes catástrofes, a história do Rio Grande do Sul em 2024 será também a história da resiliência humana e da ação incansável de voluntários, como o Grupo Gerar, que ergueram os pilares da esperança e da reconstrução”, disse. Já o 1º Tenente Ivan Flores da Rosa, da Defesa Civil do Estado, ressaltou a união entre forças de resgate e a empatia dos candelarienses.

O coordenador da Defesa Civil de Candelária, João Vicente de Oliveira Carrão, compartilhou a experiência vivida nos dias críticos da enchente. “Trabalhamos incansavelmente. Foram seis dias sem deitar na cama. Não tinha teto para aeronave voar, não tinha como resgatar pessoas que estavam em cima do telhado. Imaginem a aflição e o desespero dessas pessoas.

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