Os caminhoneiros autônomos decidiram não deflagrar greve nacional, apesar da insatisfação com o preço do diesel. Em assembleia realizada nessa quinta-feira, 19, na sede do Sindicato dos Caminhoneiros da Baixada Santista (Sindicam), a categoria optou por manter as atividades normais e estabelecer um prazo de sete dias para negociações com o governo federal. A decisão da entidade é considerada uma referência para transportadores de outros estados e sinaliza a desmobilização de uma paralisação imediata no País.
O foco da categoria agora é a agenda com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, prevista para a próxima semana. Os motoristas buscam ajustes na Medida Provisória (MP) que endurece a fiscalização sobre o pagamento do piso mínimo do frete. Segundo Luciano Santos, presidente do Sindicam, o texto atual permite interpretações ambíguas que podem prejudicar o cumprimento das regras. Nova avaliação do cenário será feita na próxima quinta-feira, 26. Até lá, o fluxo de transporte de cargas segue sem interrupções.
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