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Bairro Bom Jesus

Canil da Brigada Militar prende autor de homicídio

Um homem apontado como uma das lideranças do tráfico de drogas em Santa Cruz do Sul foi preso na tarde desta sexta-feira, 24, pelo Canil da Brigada Militar (BM). Por volta das 16 horas, ao tomar conhecimento da ordem judicial, a guarnição composta por dois policiais, junto dos cães K9 Bud e K9 Radar, cumpriram o mandado de prisão contra ele pelo crime de homicídio, em uma residência da Rua Marcílio Dias, no Bairro Bom Jesus.

O homem é conhecido por possuir uma extensa ficha criminal, com 48 ocorrências policiais como acusado ou suspeito, entre passagens por homicídio, disparo de arma de fogo, receptação, comercialização de entorpecentes, ameaça, lesão corporal, direção perigosa, desacato, furto a veículo, contravenções contra o patrimônio e perturbação da tranquilidade. A primeiro ocorrência dele foi em 2003, por arrombamento de estabelecimento comercial, quando tinha 14 anos.

Em 2017, foi indiciado por receptação de veículo. É apontado como uma das lideranças do tráfico de drogas no Bairro Bom Jesus e no Loteamento Viver Bem. No submundo do crime, possui o apelido de “Pinha”. Após ser conduzido ao Hospital Santa Cruz (HSC) para realizar exames de praxe, foi levado até a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde foi feito o registro da prisão e ele foi conduzido ao Presídio Regional de Santa Cruz do Sul. Seu nome não foi revelado pelas autoridades policiais.

Também nesta sexta-feira, outros cumprimento de mandado de prisão foram cumpridos por policiais da Força Tática: para uma mulher de 28 anos, moradora do Bairro Avenida, por roubo; e para um homem de 27 anos, também por roubo, no Bairro Bom Jesus.

Vídeo no Viver Bem

O homem preso pelo Canil da BM ficou conhecido por aparecer em um vídeo divulgado em outubro do ano passado com exclusividade pelo Portal GAZ, na qual invade uma casa no Loteamento Viver Bem, bate com um facão na cabeça de uma mulher, a ameaça e ainda quebra objetos da residência. Na gravação, que chegou de forma anônima à redação da Gazeta à época, ele buscava por um indivíduo a quem chama de Cebolinha. Duas crianças, de aproximadamente 3 e 8 anos, assistiram à cena do sofá.

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