A transformação de resíduos domésticos em oportunidade econômica e ambiental é o tema central da Circular Técnica 31, publicada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado (Seapi). O documento, elaborado por pesquisadores do Centro de Diagnóstico e Pesquisa Florestal (Ceflor), detalha como técnicas de compostagem e vermicompostagem podem converter restos de alimentos em fertilizantes.
O guia diferencia o conceito de “lixo” (materiais sem utilidade) de “resíduos” (matérias-primas para novos produtos). Segundo o estudo, cascas, sementes, talos e borra de café, que frequentemente sobrecarregam aterros sanitários, contêm os 17 nutrientes essenciais para o desenvolvimento saudável das plantas.
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Embora os processos sejam de execução simples, os pesquisadores alertam que o sucesso depende de condições favoráveis de temperatura, umidade e aeração. A publicação orienta o manejo correto para garantir a eficiência na produção do adubo.
Além do ganho ambiental pela redução de descarte em lixeiras públicas, a Seapi destaca o potencial de rentabilidade. A prática permite que o cidadão ou produtor transforme um passivo ambiental em um produto de alto valor agregado, que pode ser utilizado em hortas e jardins próprios ou vendido como insumo orgânico.
» Confira o documento na íntegra
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Métodos e viabilidade
A circular foca duas frentes principais de processamento biológico:
- Compostagem: processo de decomposição aeróbica de materiais orgânicos.
- Vermicompostagem: uso de minhocas para acelerar a degradação e enriquecer o composto.
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