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Corede

Conselho Regional aguarda decisão do Estado sobre a Consulta Popular

O Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio Pardo (Corede) reuniu na manhã desta quarta-feira, 1º, presidentes de Conselhos Municipais (Comudes) e representantes de Prefeituras da região, na Unisc, em Santa Cruz do Sul, para debater a Consulta Popular do Governo do Estado em 2015. Enquanto o governo José Ivo Sartori ainda define detalhes do orçamento e datas para a votação, os Coredes de todas as regiões pressionam pelo pagamento de passivos da última Consulta e por uma política pública de mais recursos para às prioridades eleitas pela população.

Conforme a presidente do Corede Vale do Rio Pardo, Mariza Kristhoff, as negociações com o Governo Estadual estão difíceis, porém próximas de um desfecho. Até o momento, dos R$ 192 milhões destinados na Consulta Popular 2014, o Governo aceitou pagar R$ 60 milhões, priorizando projetos nas áreas de desenvolvimento rural, educação e saúde. O Vale do Rio Pardo, que possui R$ 5,84 milhões em prioridades eleitas, deve receber em torno de R$ 2,8 milhões.

Para 2015, os Coredes ainda lutam para garantir um orçamento maior do que os R$ 80 milhões inicialmente projetados pelo governo. “Não estamos pedindo dinheiro novo, queremos que se abra espaço dentro dos atuais orçamentos das secretarias. Lutamos contra a resistência dos secretários para abrir mão das suas políticas em prol das políticas eleitas pela sociedade”, destaca a presidente do Conselho Regional.

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Até o momento, as decisões que se tem referem-se à redução do processo, já que as prioridades não serão mais levadas à audiência pública e sim demandadas pelos Comudes em cada município e após aos Coredes. Também serão reduzidas as áreas, com votação de projetos para o próximo ano apenas nas áreas da saúde, educação, agricultura e ciência e tecnologia.

Segurança pública não está nos planos do Estado

O representante do Corpo de Bombeiros de Venâncio Aires, major Eduardo Gener Pinheiro de Medeiros, participou da reunião em Santa Cruz do Sul com o objetivo de buscar informações sobre o caminhão autobomba tanque, votado com apoio de toda a região para contemplar a Capital do Chimarrão no valor de R$ 480 mil. No entanto, o Corede não traz boas notícias do Estado. A área da segurança pública não é vista como prioridade para pagamento do passivo da Consulta Popular pois, segundo o governo gaúcho, licitações de veículos estão sendo realizadas paralelamente.

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Para garantir o repasse do caminhão, um veículo no valor de R$ 60 mil para a Polícia Civil e uma caminhonete de R$120 mil para a Brigada Militar, a Prefeitura e o Comude buscarão junto ao Governo do Estado mobilização para o pagamento das prioridades da maior votação nominal da região na área da Segurança Pública. 

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