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Pandemia

Governador e presidentes das associações regionais alinham ações de enfrentamento ao coronavírus

Reunião foi por videoconferência | Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini

Para alinhar ações de enfrentamento ao coronavírus, informar sobre as medidas do Governo do Estado em relação ao fortalecimento da rede pública de saúde e ouvir as impressões e demandas dos prefeitos em relação à pandemia, o governador Eduardo Leite conversou, na manhã desta sexta-feira, 27, com presidentes das associações regionais de municípios e com o presidente da Federação da Associação dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), prefeito Eduardo Freire.

Em entrevista à Rádio Gazeta na tarde desta sexta-feira, 27, o presidente da Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) e prefeito de Rio Pardo, Rafael Barros, que participou da reunião, disse que entre as questões tratadas com o governador está a necessidade de se manter uma uniformidade nos decretos. “Ninguém pode se aventurar e bater no peito e enfrentar a situação sozinho. É preciso unificar. Quando a região tomar uma atitude, não vai ser diferente do Estado.”

O prefeito ressaltou que saúde e economia andam juntos. “Os reflexos não virão de imediato. Além do comércio fechado ainda temos a estiagem.” Barros disse também que a previsão da Secretaria de Saúde do Estado é que o pico maior de contágio seja na segunda quinzena de abril. “É preocupante e tudo novo, ninguém está preparado, nem país, nem estados, nem municípios, para atender tantas pessoas. Algumas vão ter sintomas leves e outras graves, mas os dados apresentados hoje nos mostram que a doença não atinge só idosos, tem gente de 20, 30, 40 anos contaminada. Tudo precisa ser analisado com seriedade.”

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O presidente da Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) e prefeito de Rio Pardo, Rafael Barros, participou da reunião

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O governador salientou aos prefeitos que a orientação é seguir as restrições dos decretos, pelo menos, até o final da próxima semana, e que nos próximos dias serão feitas novas avaliações do comportamento do vírus para se definir pela manutenção das normas ou então pelo estabelecimento de alterações a partir de 7 de abril.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, reforçou a necessidade da manutenção da quarentena e lembrou que o fato de haver transmissão comunitária no Estado, ou seja, circulação do vírus em território local, torna essa determinação ainda mais importante. A secretária destacou que o Estado está descentralizando a abertura de novos leitos para as demais regiões, como, por exemplo, Passo Fundo e Osório, para onde foram comprados respiradores e camas, e que novos equipamentos de proteção individual devem ser distribuídos aos municípios a partir de segunda-feira.

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Sobre a detecção do vírus, a secretária informou que há a previsão de 50 mil testes por meio de parceria com universidades, além da compra de 30 mil testes rápidos pelo Estado na primeira quinzena de abril. Também é aguardado o recebimento de kits de testagem que serão doados pelo Ministério da Saúde, porém sem confirmação de quantidade ou data.

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