Publicidade
De acordo com o parlamentar, o ponto principal que ainda deve ser debatido no evento diz respeito aos apoios internacionais relacionados à comercialização do tabaco. “O sistema produtivo defende que a venda do fumo seja tratada pela Organização Mundial do Comércio e deseja que o Brasil defenda essa posição, para que o tema não seja definido apenas pela Organização Mundial da Saúde na COP 6”, disse Brito.
O debate prossegue na sexta-feira e a decisão final deve ocorrer no sábado, com votação das temáticas e entrega das diretrizes da Convenção. Com o respaldo da cadeia produtiva presente, Adolfo Brito considera que, momentaneamente, o setor do tabaco não sofrerá com modificações radicais, mas que a situação só será confirmada ao final da conferência.
“A delegação brasileira permanecerá até a redação final do documento, para não deixar que decisões, que prejudiquem os produtores, sejam tomadas inconscientemente e que repercutam mundialmente”, concluiu o parlamentar progressista. Além da comitiva, formada pelos deputados Marcelo Moraes (PTB) e Pedro Pereira (PSDB) e por membros de entidades da fumicultura de quatro estados brasileiros, participam da Convenção-Quadro representantes da Receita Federal e dos ministérios das Relações Exteriores, da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário, do Trabalho, da Fazenda e da Saúde.
Publicidade

