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Elvis, o eterno: filme chega a Santa Cruz em julho

Não chega a haver uma data cheia em 2022 associada à vida dele, mas a trajetória do cantor norte-americano Elvis Aaron Presley, ou, simplesmente, o Rei do Rock, estará no centro das atenções culturais a partir de julho. A razão para tanto é o lançamento mundial de uma nova abordagem cinematográfica dedicada ao astro, o filme Elvis, produção norte-americana e australiana dirigida por Baz Luhrmann que tem estreia programada para o dia 14 de julho no Brasil, inclusive nos cinemas de Santa Cruz do Sul.

E, como não poderia deixar de ser, um acontecimento como um filme biográfico do célebre cantor e ator não passaria despercebido, por exemplo, das rádios ou do mercado editorial. Assim, precedendo o filme, acaba de chegar às livrarias Elvis: último trem para Memphis, do escritor, pesquisador e biógrafo norte-americano Peter Guralnick, de 78 anos. A obra, em tradução de Henrique Guerra, foi lançada pela editora Belas Letras, de Caxias do Sul, com sólidas 640 páginas, a R$ 99,90. Esse volume de fato perpassa toda a vida e a caminhada artística, da formação à fama e ao estrelado absoluto.

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Elvis nasceu em 8 de janeiro de 1935 em Tupelo, no Mississipi, e teve uma trajetória fulgurante, a ponto de ter se tornado um dos maiores ídolos da música e do cinema, como bem sabem todos os fãs de sessões da tarde na TV. Faleceu em 16 de agosto de 1977, aos 42 anos, na formidável mansão de Graceland, em Memphis, no Tennessee, que já era durante vida dele, e mais ainda se tornou após a morte, ponto de passagem ou de parada de fãs do mundo todo, que para lá acorrem a fim de conhecer o ambiente em que Elvis viveu.

O filme que agora está em vias de chegar às telas se concentra, em especial, no período em que Elvis, vivido no cinema por Austin Butler (sendo Chaydon Jay o Elvis jovem), se vê às voltas na relação tumultuada com o empresário controvertido e estranho, o coronel Tom Parker (papel de Tom Hanks). Foram mais de 20 anos em que o cantor efetivamente se alçou ao estrelato e foi celebrado por todos, mas com muitas circunstâncias polêmicas e traumáticas no período.

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Outra presença-chave no filme, e na biografia isso obviamente também ocorre, é Priscila Ann Wagner Beaulieu Presley, hoje com 77 anos, a esposa de Elvis entre 1967 e 1973, e com quem ele teve uma filha, Lisa, nascida em 1968 e que hoje está com 54 anos (e que, aliás, foi casada com Michael Jackson entre 1994 e 1996 e com o ator Nicolas Cage entre 2002 e 2004).

De toda forma, seja dedicando-se à leitura da biografia, seja conferindo em breve o novo fime nas telas, é certo que Elvis Presley pedirá passagem nas atenções de todos os que apreciam o melhor e o mais relevante na cena cultural do século 1920. O senhor de Graceland tem mesmo o dom de deixar a cada um de nós em… estado de graça.

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