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Corrupção na estatal

Executivos investigados na Lava Jato deixam a prisão

Depois de quase seis meses presos, os executivos Ricardo Pessoa, da UTC, e Gerson de Mello Almada, da Engevix, deixaram a carceragem da PF em Curitiba no fim da manhã desta quarta-feira, 29. Eles e outros sete executivos e funcionários das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, também presos preventivamente no Complexo Médico Penal do Paraná, ficarão em prisão domiciliar, por decisão do Supremo Tribunal Federal. Almada e Pessoa saíram escoltados pela PF por volta das 11h30 e não falaram com a imprensa.

Os outros sete presos, José Aldemário Pinheiro Filho, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, José Ricardo Nogueira Breghirolli e Mateus de Sá Oliveira, da OAS; Sérgio Cunha Mendes, da Mendes Júnior; João Ricardo Auler, da Camargo Corrêa; e Erton Medeiros Fonseca, da Galvão Engenharia, que estão no Complexo Médico Penal, seriam liberados também nesta manhã. Todos devem ir à Justiça Federal do Paraná, para instalar tornozeleiras eletrônicas que monitorarão seus movimentos, e terão que cumprir condições como não manter contato com outros investigados e entregar o passaporte.

Acusados do pagamento de propina em obras da Petrobras, eles deverão ainda se manter afastados das empresas em que trabalhavam, não poderão sair de casa sem autorização, terão que se apresentar à Justiça a cada 15 dias e estão proibidos de viajar para fora do país ou ingressar nos estabelecimentos das empreiteiras.

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