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Grêmio apresenta oscilações na temporada, afirma Luís Castro

Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação

Após o revés por 2 a 1 diante do Fluminense, na quarta-feira, 28, no Rio de Janeiro, o técnico Luís Castro foi chamado a esclarecer as mudanças promovidas na formação do Grêmio em comparação ao Gre-Nal de domingo. Uma alteração ganhou destaque: a saída do jovem Tiaguinho, até então uma das apostas da temporada, para a entrada de Dodi. Cristaldo também deixou o time para a entrada de Edenilson.

O treinador comentou com cautela a situação de Tiaguinho. “Precisamos ter muito cuidado ao falar dos jogadores jovens, porque eles estão em construção, em formação. São atletas que vivem um processo de chegada ao time, de progressão dentro da equipe principal e de adaptação à exigência. Por isso, quando estão a trabalhar conosco, temos que ser cuidadosos naquilo que fazemos com eles”, disse. O atleta, de 17 anos, permaneceu no banco durante toda a partida no Maracanã.

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Castro explicou que as mudanças foram influenciadas pelo resultado do clássico. Na avaliação dele, a equipe precisava ganhar mais solidez defensiva e, apesar da derrota, demonstrou competitividade no Rio de Janeiro. “Vocês certamente não esperavam que, depois de um resultado como aquele [no Gre-Nal], eu não mexesse na equipe. Não seria normal manter tudo igual e jogar com os mesmos jogadores, até porque precisamos dar sinais ao grupo de que um resultado daquele não é aceitável e que buscamos mudanças. A opção foi para dar mais capacidade à equipe.”

O comandante tricolor acrescentou que o plano de jogo previa momentos de maior pressão do adversário. “Sabíamos que haveria períodos de grande intensidade e que poderíamos ter que nos defender mais recuados. Por isso, escolhemos esse perfil de jogadores. Mas não foi por escalar Edenilson e Dodi que perdemos. No ano passado, nos momentos finais da temporada, eles estavam em campo. Naquela época, as críticas foram positivas em relação ao desempenho do time e eles faziam parte disso”, observou.

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Apesar da justificativa, o português admitiu que o time apresenta oscilações. Segundo ele, parte das dificuldades está relacionada ao início da temporada, e a evolução virá com o tempo. “As fragilidades defensivas que temos mostrado desde a pré-temporada ainda não estão totalmente resolvidas. Ainda não somos uma equipe estável, nem ofensivamente, nem defensivamente. Isso é um processo normal. Temos apenas o primeiro jogo do Brasileiro e alguns jogos do Estadual. É um caminho que as equipes normalmente percorrem”, avaliou.

Castro também destacou a atuação de Edenilson, o que o levou a mantê-lo em campo durante os 90 minutos. “Tirar um jogador da dimensão do Edenilson, que fazia a ligação com o ataque, ajudava na recomposição e mantinha o equilíbrio da equipe, não nos pareceu a melhor opção. Ele estava a dar esse equilíbrio e, por isso, deixamos até o fim”, disse. O Grêmio volta a jogar neste sábado, 31, às 16h30, quando enfrenta o Juventude na Arena, pela sexta rodada do Campeonato Gaúcho.

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