O Internacional foi superado pelo Atlético-MG por 1 a 0 na Arena MRV, em Belo Horizonte, na quarta-feira, 11, pela quinta rodada do Brasileirão. É o pior início colorado desde 1990, com três derrotas e dois empates em cinco jogos.
Após uma falha individual de Bernabei, Cuello aproveitou o espaço e finalizou para abrir o placar. Se por um lado o Inter controlou o jogo, por outro voltou a mostrar um problema recorrente: a falta de efetividade no ataque. O time criou, finalizou e empilhou chegadas à área adversária, mas não conseguiu transformar as oportunidades em gol. As mudanças ao longo da segunda etapa não conseguiram alterar significativamente o panorama do jogo nem aumentar o poder ofensivo da equipe.
O técnico Paulo Pezzolano vai cumprir suspensão por três amarelos diante do Bahia. Pablo Fernandez deve ser o auxiliar que ficará na beira do gramado. O uruguaio apontou que Vitinho e Borré não foram escalados por questões emocionais. Pezzolano acredita que não há explicação para o momento atual da equipe. “O jogo começou, tivemos a oportunidade de gol na saída de bola. Escanteio. Aí eles chegaram uma vez e fizeram o gol. É um momento ruim que está passando o clube. Momento ruim. Não tem explicação para isso”, justificou.
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Os números ajudam a ilustrar o domínio sem recompensa. Foram 21 finalizações, oito no alvo, além de 27 bolas alçadas na área e 14 escanteios. Ainda assim, a equipe não conseguiu vencer o goleiro adversário, desperdiçando chances que poderiam ter mudado o rumo da partida.
“O time está dando a cara. O time até o último segundo procura. Mas até hoje não está dando. Então, temos que trabalhar da porta para dentro. E, se damos 100%, temos que dar 110%. É a realidade, está faltando efetividade”, considerou Pezzolano. “O goleiro deles foi o melhor em campo. Tivemos mais de 20 finalizações e a bola não entrou. Aí o adversário vai lá, faz um gol, se fecha, e isso está nos custando muito caro”, disse o zagueiro Victor Gabriel.
O defensor também se manifestou para defender Bernabei. “Conversamos bastante. Procuramos nos ajudar, fazer a cobertura e estar perto. Foi um lance infeliz. Ele tem trabalhado bastante para evitar que isso ocorra. O professor fala muito nos detalhes, mas temos pecado e custa caro. Todo o grupo tem muito a evoluir para minimizar os erros”, analisou.
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