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Mãe tenta resgatar filhote de macaco que morreu atropelado em Santa Cruz

Uma cena triste chamou a atenção do consultor Paulo Knabach por volta do meio-dia dessa sexta-feira. Enquanto um filhote de macaco atropelado agonizava até a morte, a mãe se arriscava no meio da Rua Vereador Benno João Kist tentando ajudá-lo. O leitor da Gazeta do Sul registrou o momento e relatou que se tornou comum motoristas dirigindo em alta velocidade pela via. “Fico me perguntando: e se fosse uma criança?”, questiona. Knabach mora no local há nove anos e, pelas suas contas, esse foi o sexto atropelamento de animais em menos de dois anos.

Para evitar que a mãe do macaco morto tivesse o mesmo destino, ele removeu os dois do local. Segundo o santa-cruzense, é comum a travessia de animais silvestres pela rua e os moradores tentam cuidar e ajudar, para que haja uma convivência harmoniosa. “Só quem viu de perto o desespero da mãe do macaquinho sente”, lamentou. Para Knabach, o problema se resume a excesso de velocidade dos motoristas e falta de um passa-fauna para os animais. “Colocaram uma placa de velocidade por aqui, mas falta mesmo é um redutor de velocidade.”

A Secretaria Municipal de Comunicação informou que está prevista ainda para o primeiro semestre a instalação de passadores de fauna na Rua Vereador Benno João Kist, assim como em outros pontos da cidade. O projeto de proteção era uma parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e está em vias de ser retomado. Quanto ao redutor de velocidade, a Secretaria de Transportes e Serviços Urbanos vai verificar a viabilidade da instalação.

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