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OPINIÃO

Marcos Rivelino: “Não estamos mais na primeira prateleira do futebol mundial”

Brasil encontrou dificuldades e não teve bom desempenho diante da França | Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Antes de mais nada, acho perfeitamente natural perder para a França, atual vice-campeã mundial e forte candidata na Copa do Mundo. O Brasil, atrasado na preparação, não tem uma base de time titular, jogou com a linha defensiva de reservas e alguns até ficarão fora da lista final. Além do mais, não estamos mais na primeira prateleira do futebol mundial, por isso, não concordo com as críticas excessivas à Seleção, mas sim à CBF. Essa é a principal culpada.

Ciclo quase perdido

Após a Copa no Catar, quase quatro anos se passaram e o Brasil, sob o comando de Ancelotti há dez meses, ainda não tem uma base de time. Nossa estrela (Neymar), nesse ciclo, foi mais notícia fora do que dentro das quatro linhas e, aos 34 anos, perdeu o senso de responsabilidade para ser o protagonista principal dessa geração. Talvez nem vá à Copa e sobrará ao Brasil, carente de craques, jogar de forma pragmática, às vezes reativa, para buscar o título. Ancelotti sabe o que tem nas mãos, jogará com uma linha defensiva conservadora, preencherá o meio de campo e usará velocidade na frente. Precisamos aceitar que já não somos os “donos da bola”.

Europa forte

França, Espanha, Portugal, Inglaterra, Alemanha e quem sabe mais uma surpresa, mas vejo o futebol europeu sendo copiado praticamente no mundo todo. Força física, disciplina tática, jogadores versáteis, de habilidade e velocidade, vários sistemas dentro do jogo, marcação alta, pressão pós-perda, média e atrás da linha da bola, técnicos espalhados pelo mundo afora, estão cada vez mais doutrinados por esses modelos de jogo, tentando adaptar as características de seus jogadores. Da África e das Américas, poucos podem surpreender.

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Belo evento

Estive no jantar de aniversário do FC Santa Cruz, na sexta-feira passada, bem organizado e com êxito total. Pavilhão lotado, excelente jantar e principalmente a presença de torcedores, associados, diretoria, patrocinadores e empresas. Parabéns aos homenageados, o Galo merece voltar à elite, mas terá que trabalhar duro até chegar lá. Boa sorte.

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