O final da Rua 28 de Setembro, em Santa Cruz do Sul, concentra um verdadeiro reduto de boas ideias. É lá que os empreendedores têm liberdade para criar, trabalhar e impulsionar os seus negócios. Desenvolvido a partir de uma lei municipal de 1996, o Berçário Industrial reúne hoje 16 empresas, uma delas em processo de instalação, com hospedagem por até quatro anos.
Uma volta rápida pelo condomínio mostra que o berçário abriga empresas dos mais diferentes segmentos, com ideias bem inusitadas. Há pouco mais de dois anos no local, o artesão José Carlos Feijó, de 59 anos, transforma madeira em casinhas de cachorro – são sete tamanhos padronizados ou de acordo com a dimensão do animal – e em casinhas para crianças. Para as meninas, há um leque de opções de personalização: são diferentes cores e adesivos que permitem até mesmo escrever o nome ou colocar uma foto na porta de entrada.
As casinhas, voltadas principalmente para as meninas são vendidas, na maior parte, no Dia das Crianças e no Natal. Na percepção de Feijó, é após a finalização do produto que ocorre uma das partes mais gratificantes do trabalho: a montagem e a entrega da estrutura. É nesse momento que o artesão vê o olhar de satisfação das crianças, contentes com a novidade de madeira tomar forma em uma época que praticamente toda a infância é rodeada de eletrônicos.
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Já as casinhas de cachorro são vendidas principalmente no inverno e adquiridas diretamente pelos proprietários e também por estabelecimentos, como pet shops e agropecuárias. Os preços das casinhas de cachorro e para meninas dependem da madeira utilizada: pinus é a mais barata, mas os produtos também podem ser criados a partir de eucalipto ou cedrinho.
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