Esta quarta-feira, 11, é o quarto dia da expedição. No terceiro, porém, não visitamos nenhuma propriedade, porque estávamos em viagem. Percorremos quase 500 quilômetros até Araranguá, onde pernoitamos. Nesta quarta, vamos visitar duas propriedades na região litorânea de Santa Catarina. Encontraremos exemplos de jovens que permanecem na produção e tendo o tabaco como base. Serão situações bem diferentes de relevo e de propriedades.
Sucessão com bons resultados
Na segunda-feira à tarde, 9, estivemos em Irati, no Paraná, onde conhecemos a família do casal Edson Matias Specht e Jaqueline. Com os pais dele, os jovens lidam na propriedade. A foto estampa muito bem essa sucessão, esse trabalho em família, que passa de pai para filho também na escolha do que plantar, no caso, o tabaco. É uma propriedade muito bem construída e gerenciada. Assim se vê a importância quando o pai e a mãe apoiam os seus filhos e a nora.
LEIA MAIS: O olhar do produtor: o início das visitas
Publicidade
Os dois casais mantêm casas bem cuidadas, e boa parte de todo o resultado positivo que vimos vem da fumicultura. Eles também plantam soja e milho. Além disso, produzem mel, que foi recolhido recentemente e em breve será entregue a uma indústria.
Diversificação
Além da diversificação da subsistência na propriedade entre os animais que eles têm, destaca-se um bonito potreiro. Então foi esse o resumo da segunda-feira de tarde ainda, da propriedade da família Specht e da nossa viagem de terça-feira, 10, tendo passado na Serra do Rio do Rastro, que é um ponto turístico por onde passamos nestes 500 quilômetros.
LEIA MAIS DA EXPEDIÇÃO OS CAMINHOS DO TABACO
Publicidade
