A tentativa de compreensão da complexidade das relações internacionais à entrada de 2026 constitui um desafio e tanto para toda e qualquer pessoa, até mesmo para analistas ou especialistas com profunda formação nas áreas de história ou geopolítica.
Por isso, é muito difícil tirar conclusões a partir da superfície, sem um conhecimento mais detalhado da conjuntura, dos interesses ou das motivações. Nesse sentido, depoimentos ou contribuições como os do jornalista e escritor Jamil Chade, paulista de 49 anos com vasta experiência na cobertura em diferentes regiões do planeta, podem ajudar bastante a clarear fatos.
Por isso, é ainda mais oportuna a leitura do mais recente livro de sua autoria, Tomara que você seja deportado, lançado pela editora Nós em 2025, com 256 páginas, a R$ 79,00. O cenário é justamente o da conturbada realidade norte-americana decorrente da política imigratória ou de restrições fixadas pelo presidente Donald Trump desde o início do seu segundo mandato, no ano pasasdo.
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Desde o ano anterior, 2024, Jamil vinha percorrendo milhares de quilômetros por 15 estados norte-americanos para conferir o que estava ocorrendo, em termos de relacionamento social. A descrição é, em todos os sentidos, apavorante., numa espécie de antecipação premonitória do drama e do caos hoje reinante. E que, pelo que Chade descreve, jamais poderia ou poderá mesmo acabar bem, para nenhum lado.
Autor de vários livros nos quais repercute questões de forte atualidade, tem sido convidado com frequência na mídia, nos últimos dias, para comentar a recente ação norte-americana na Venezuela.
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