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Páscoa deste ano pode ser com ovos mais baratos

Foto: Rodrigo Assmann

A menos de um mês para a Páscoa, o comércio – em especial, os supermercados – já conta com gôndolas, prateleiras e espaços com chocolates. E o destaque são os ovos, a principal representação comercial da celebração. Mas os preços têm assustado os clientes, que, de forma tímida, já verificam as opções disponíveis.

No entanto, mesmo com valores que chegam a ultrapassar os R$ 100,00 em algumas variedades, neste ano pode ser registrado um recuo no custo dos ovos, o que anima clientes e lojistas. Essa situação ocorre por conta de mudanças no mercado global de matérias-primas usadas na produção de chocolates, como açúcar e cacau.

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A indústria de chocolates alerta, porém, que o preço final depende de vários fatores que vão além do cacau e do açúcar, incluindo itens como leite, o comportamento do câmbio (dólar) e custos logísticos. A produção do que vai ser vendido neste ano começou meses antes, quando as cotações ainda estavam elevadas. Por isso, o alívio nos valores das matérias-primas pode demorar a chegar ao consumidor. Deve ser percebido com mais clareza apenas nos próximos ciclos de produção.

No mercado

A gama de opções do produto no comércio inclui variações em tamanhos e gramaturas, marcas, sabores, diferenciais em personagens e brindes acoplados. Em um supermercado no centro de Santa Cruz, a Gazeta do Sul encontrou preços variando de R$ 32,00 (ovo de 120 gramas) a R$ 139,00 (ovo de 354 gramas). Segundo a direção do local, os mais vendidos são os tipo Kinder Ovo e com brinquedos. Também estão disponíveis chocolates em formato de coelho, barras, bombons e ninhos (cestas de vime). E ainda haverá, sob encomenda, a opção do ovo de colher.

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A contadora Tainá Ribas, 37 anos, costuma presentear a filha, os afilhados e os pais com chocolates na Páscoa. Na ida ao mercado, na tarde dessa terça-feira, 10, já conferiu os preços e as opções. “Considero na escolha o custo-benefício. Ou seja, levo em conta o diferencial do produto – se tem algo que agregue ao valor, algum brinquedo, acessório –, o sabor e também, claro, se vale o preço”, explicou. “O chocolate em si nem sempre é o grande atrativo, mas sim a simbologia que envolve o gesto.” Até a aquisição, Tainá costuma pesquisar em mais lugares e deixa para fazer a compra próximo da data. “A não ser que seja um pedido muito específico, concorrido, que talvez possa estar em falta perto da Páscoa. Aí me obrigo a comprar logo.”

Tainá: pela simbologia, o chocolate é presente indispensável na Páscoa. Fotos: Rodrigo Assmann

Quem também prefere deixar para a última hora é o casal Jonatha Husek e Clarissa Torres, ambos de 31 anos. Segundo eles, a época também já propicia, muitas vezes, a aquisição do produto em promoção. “Aos poucos vamos dando uma pesquisada, pensando nos presentes. E o chocolate já é tradição”, disse Clarissa. “Neste ano vamos introduzir um pouco já para a nossa filha Fernanda, de 2 aninhos, talvez com um ninho e menos chocolate.”

Jonatha, Clarissa e a Fernanda já estão analisando as opções disponíveis

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