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INVESTIGAÇÃO

Ferimentos foram graves e vítima de acidente corre risco de não voltar a andar

Foto: Reprodução/WhatsApp

Momentos antes do acidente: motocicleta está ao fundo, antes de ingressar na Rua Coronel Oscar Jost

Há uma semana, a vendedora de doces Suelyn Priscila dos Santos Vargas, de 30 anos, vive um drama. Ela trafegava com sua Honda Biz pela Rua Coronel Oscar Jost, Bairro Avenida, após uma visita a clientes, quando foi atingida por um carro de grande porte, na esquina com a Rua Conselheiro Serafim Waechter.

O motorista do carro saiu do local sem prestar socorro. Suelyn fraturou a tíbia superior e inferior, e teve que colocar nove pinos e quatro placas na perna. Sofreu ainda escoriações e hematomas no rosto e precisou fazer pontos na altura do supercílio, onde houve um corte. Desde então, a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) investiga o caso.

Segundo a motociclista, o motorista estava na mesma pista que ela, em direção à rótula do 2001, e deu o pisca para entrar à direita, na Rua Conselheiro Serafim Waechter. No entanto, acabou voltando para a esquerda e a atingiu. “Só quero que a justiça seja feita, não só por mim, mas por todos que sofrem acidente e são vítimas de pessoas irresponsáveis. Hoje a minha família está correndo pra me ajudar e eu estou viva para correr atrás dos meus direitos, o que muitos, infelizmente, não conseguem, pois acabam falecendo”, comentou Suelyn Priscila dos Santos Vargas.

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Suelyn: diversas fraturas e impossibilidade de retomar a rotina

Segundo ela, o médico que a atendeu disse que ela pode não voltar a andar, diante da gravidade dos ferimentos. “Estou desolada, com meu mundo acabado. Eu nunca dependi de ninguém pra nada. Sempre corri e batalhei de forma independente e agora me ver nessa situação, precisando de ajuda para ir ao banheiro, para tomar banho, comer, de outras pessoas para cuidarem dos meus filhos, está sendo muito difícil. Tive que cancelar encomendas, festas agendadas, que era um dinheiro que eu estava contando para minha família e tratamento do meu filho”, complementou a vítima.

Conforme o delegado Paulo César Schirrmann, responsável pelo caso, a equipe da DPPA trabalha na investigação para identificar o motorista. Conforme o artigo 305 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), “afastar-se o condutor do veículo do local do acidente, para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída” é crime com pena de prisão que vai de seis meses a um ano, ou multa.

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