Olá, pessoal! Tudo bem? Iniciamos a semana com tempo firme na região de Santa Cruz do Sul, mas ainda com muita nebulosidade, de maneira que a qualquer hora poderia vir mais chuva, como a previsão sugeria. Para as culturas que estão na lavoura, não tem faltado umidade, e o desenvolvimento delas segue a pleno vapor. Só é mais complicado para quem ainda está envolvido na colheita do tabaco, pois é preciso se planejar para conseguir entrar na lavoura e não atrasar esse processo. Na semana passada, na noite de sexta para sábado, tivemos chuva muito forte na nossa localidade, com raios, trovões e ventania. Não se teve transtornos por aqui, mas em várias outras áreas houve granizo e vento forte. De nossa parte, estamos indo para a reta final da colheita, que deve ser concluída até o final desta semana, mais tardar início da próxima.
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Muita união em meio ao infortúnio
Se em nossa localidade não tivemos maiores contratempos, foi bem o contrário na propriedade de Alex Pedro Hoscheidt e de sua esposa Simone, em Alto São Martinho, interior de Santa Cruz. Por lá, na tarde de sexta-feira ocorreu temporal, com granizo e vento, que atingiu forte a lavoura de tabaco deles. A solução foi tentar ao menos juntar o que era possível das folhas, pois as plantas estavam plenamente desenvolvidas. No sábado, um grupo de vizinhos e amigos se mobilizou para auxiliar o casal. Na foto acima estão Alex e Simone, junto com os seus ajudantes, Danrlei, Samuel, João, Gustavo, José e Ornélio, que se mobilizaram e entraram em ação. Assim, puderam encher o estaleiro, como se vê na foto abaixo, para que as folhas amarelem e então possam ser colocadas na estufa. A união faz a força! Parabéns a todos os que se engajaram e ajudaram o Alex e a Simone!
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Prejuízo enorme por falta de energia

Já a família de Valdir Lorencini, da Linha Costa do Rio Pardo, em Gramado Xavier, não teve problema com o clima ou a chuva. Teve transtorno, isso sim, por causa da energia elétrica. Ao lado da esposa Vera e do filho Felipe, ele havia colhido tabaco na semana passada; contam com estufas de ar forçado, e, mesmo com o produto em secagem, ficaram por três dias e meio sem energia. Eles têm geradores, mas não é possível manter eles 24 horas direto em funcionamento. Resultado, as folhas apodreceram, como se pode ver na foto ao lado. É um prejuízo enorme para quem antes cuidou da lavoura e empregou a mão de obra. Aos responsáveis, seja quem fornece a energia, seja lideranças e autoridades, é fundamental que os produtores não fiquem sempre à mercê desse risco, que coloca a perigo a sustentação da família durante um ano inteiro!
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