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AGRICULTURA

Produtor rural colhe repolho de quase quatro quilos em Venâncio Aires

Um repolho com 3,955 quilos, colhido no interior de Venâncio Aires, no Vale do Rio Pardo, chama atenção pelo tamanho acima da média registrada na produção de hortaliças. A verdura foi produzida pelo agricultor Nestor Sebastião Dörr, na localidade de Vila Estância Nova, e é resultado de uma lavoura conduzida com um sistema de irrigação.

De acordo com o produtor, o peso registrado está acima da média esperada para a sua colheita atual em que a maioria dos repolhos estão pesando 2,6 quilos a 3 quilos, o que já é acima da média de outros repolhos convencionais com pesos de 1,5 quilos a 2 quilos. “Esse repolho aqui está plantado a pouco tempo e hoje é um repolho que a gente está comercializando, ele está numa faixa de dois quilos e meio a três quilos”, ressalta Nestor.

Segundo ele, sem irrigação, a realidade seria completamente diferente, já que no ano passado, o produtor não conseguiu colher nada. “Se não tivesse irrigação não ia ter nem repolho, de nenhum quilo, nada de repolho”.

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A propriedade passou a contar com sistema de irrigação em novembro de 2025, por meio de um Carretel Irrigat no modelo Irrigatinho, mudança que, segundo o agricultor, alterou de forma significativa a rotina da lavoura. Antes disso, a produção dependia exclusivamente das chuvas, o que dificultava o planejamento e comprometia a regularidade das colheitas. “A verdura precisa de água todo dia, direto”, completa Nestor.

Ele lembra que, no período anterior à irrigação, a falta de chuva limitava muito o volume de hortaliças produzidas. “Eu estava trabalhando vendendo um pouquinho de alface, um pouquinho de tempero só, porque eu não tinha irrigação”, conta.

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Além do repolho, a propriedade, com cerca de 3,5 hectares, cultiva milho, beterraba, alface, temperos, brócolis, entre outras hortaliças. A irrigação permitiu ampliar e manter essa diversidade ao longo do ano, reduzindo perdas e garantindo maior estabilidade à produção.

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Antes disso, segundo o produtor, nem sempre era possível manter a atividade de forma contínua, já que ele fornece as hortaliças para estabelecimentos comerciais na região. “Eu fui lutando, mas mesmo assim tive que tirar umas férias de uns 30 dias porque não tinha nada para entregar”, relata.

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O período sem produção inviabilizava a comercialização e obrigava algumas pausas forçadas no trabalho. Com a irrigação, o fornecimento de água passou a ocorrer de forma regular, independente das chuvas. Isso se reflete não apenas no peso expressivo do repolho colhido, mas também na qualidade geral das hortaliças produzidas na área.

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