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CIÊNCIA

Protagonismo feminino transforma centro tecnológico em referência internacional

Dado ganha relevância no Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

No BAT Brasil Labs (BBL), em Cachoeirinha, a presença feminina não é apenas uma estatística de apoio, mas a base da operação. Enquanto a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) aponta que mulheres ocupam apenas 34% da força de trabalho global em áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), o segundo maior parque tecnológico da América Latina registra um quadro com 60% de colaboradoras.

O destaque do centro de pesquisa, que atende 170 mercados globais, estende-se ao primeiro escalão: 46% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres. O dado ganha relevância em referência ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência – que é celebrado nesta quarta-feira, 11 – ao contrastar com o cenário nacional, onde elas detêm apenas 35,5% das bolsas de produtividade em pesquisa.

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À frente da unidade está Thaís Ferreira. Com uma trajetória de quase duas décadas que começou no nível técnico, a atual head do BBL gerencia uma equipe de 220 profissionais. Sob sua gestão, o centro gerou mais de um milhão de dados científicos na última década, suportando operações em países como Taiwan, Nigéria e Malásia.

A influência feminina reflete-se diretamente na propriedade intelectual da companhia. Das 27 patentes registradas e cinco em análise pelo parque tecnológico, todas contaram com a participação ativa de cientistas mulheres em sua concepção. “Vimos as porcentagens se inverterem ao longo dos anos. A diversidade traz diferentes perspectivas para a ciência aplicada no negócio”, afirma Thaís Ferreira.

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Formação de talentos

Para sustentar esses índices, o BBL mantém o programa “Like a Girl”, focado na aceleração de carreiras e na formação de novas lideranças femininas. Segundo a empresa, o objetivo é garantir que a participação feminina não se restrinja à execução técnica, mas alcance as decisões estratégicas globais. Para a head da unidade, o papel da mulher no setor vai além da inovação bruta. “Ciência está relacionada também à geração de dados que garantem que nosso trabalho seja feito de forma responsável”, afirma Thaís Ferreira.

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