Denunciado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) no âmbito da Operação Leite Compen$ado I, um dos executores de um esquema de adulteração de leite foi condenado a 13 anos e seis meses de reclusão, além do pagamento de multa. A sentença foi proferida pela 2ª Vara Judicial da Comarca de Guaporé.
Conforme reconhecido na decisão, a fraude consistia na adição de água, ureia contendo formaldeído e outros produtos químicos ao leite. A prática aumentava artificialmente o volume comercializado, reduzia o valor nutritivo e tornava o produto potencialmente nocivo à saúde dos consumidores.
O condenado atuava em um posto de resfriamento em Guaporé, exercendo funções na plataforma de recebimento, no carregamento e no reaproveitamento das cargas. O condenado poderá recorrer em liberdade.
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